segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A morte do blog? E o nascimento?


Maridinho é fã declarado e incondicional deste bloguinho, acessa o dia todo, não apenas para ler os meus posts diários, mas também para acompanhar os comentários. E, muitas vezes, o blog é assunto dos nossos jantares em casa.

Pois bem, o fã clube solo (interessados em participar, manifestem-se! Mando o contato do Sr. Presidente) está ainda mais eufórico, pois ele realmente acredita que, quando os nossos filhos crescerem, eu ficarei sem assunto e o blog vai morrer.

"Amorzinho, é difícil me calar, mas pode ser que você tenha razão."

E daí, ele acha que eu vou enfrentar uma tristeza profunda pela morte do blog, o que, na verdade, significaria a ausência de bebezinhos em casa, não apenas para cuidar, amassar, viver fofuras mil e gerar assunto para o Mamãe Tá Ocupada!!!

O resultado seria uma mulherzinha (eu! Eu!) desesperada pelo 4o. filho. E nem seria necessário implorar e convencer o maridinho para aumentar a nossa prole, ele toparia no instante seguinte.

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Será? Será? Será?

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Maridinho é advogado, um cara bom, ou melhor, imbatível na argumentação e faz excelentes previsões.

Então, novamente, SERÁ???

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Mas, só para constar e até acalmar algumas de vcs, estou me desfazendo totalmente de tudo o que me restou da fase da gravidez.

Guardei todos os jeans e calças legais adquiridos enquanto a minha barriga crescia e gerava os meus filhotes.

Acho que elas ficaram tempo de mais no armário e (finalmente?) estou dando outro rumo mais útil, interessante e rentável a elas.

Divulgarei em breve, assim que tiver mais detalhes e informações. Mas já adianto: a idéia é boa!

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Mais brincadeiras??


Mas tem uma brincadeira que eles não aprenderam nas profundezas do meu útero.

Sabe aquele clássico do gêmeo bom em matemática que faz a prova duas vezes? Por ele e pelo irmão? E o malandro que sai com a própria namorada e com a do irmão?

Ninguém fez isso, não. Ainda.

Mas, outro dia, veio uma amiga em casa, bateu o olho no Joaquim e acertou na hora.

Daí perguntou:

- Você é o Joaquim?

E o futuro malandro responde com a maior cara de pau:

- Não, eu sou o Pedro...

Ele acabou de fazer 2 anos e já está enganando as pessoas?? Sair com as namoradas do Pedro vai light diante do que esse moleque vai me aprontar...

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Mas quero compartilhar o meu palpite da origem dessa brincadeira.

Muita gente vê os dois e fala:

- Você é o Joaquim ou o Pedro?

Ou, já vai tentando adivinhar quem é um e o outro e, invariavelmente, erra.

Mesmo para os pituquinhos, deve encher um pouco, ou não?

Imaginem vocês, toda hora tendo que falar quem é: “eu sou a Camila, não, não sou a Angela”.

Fico extremamente feliz e satisfeita por eles saberem direitinho quem são, saibam que há casos sim de gêmeos que se confundem.

Além de não se confundirem, a esperteza vai bem além desse aspecto “normal” para os gêmeos (viram? Acabou de passar uma coruja bem aí!), tanto que estão tirando sarro da cara de quem os confunde ou cansam a beleza com as meeeeesmas perguntas de sempre...

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Brincadeiras dos gêmeos


Eu já assisti zilhões de vezes àqueles programas das Discovery´s da vida sobre gestações múltiplas, grávida e não grávida dos meus gêmeos.

Determinadas informações são sempre mais marcantes e, de vez em quando,acabo me lembrando delas ao observar o Joaquim e o Pedro.

Os gêmeos univitelinos dividem uma placenta no útero, mas cada um tem o seu saco gestacional, facilmente visíveis no ultrasom. Uma das funções desse saco é de “amortecer” e “lubrificar” o mexe-mexe e a porradaria toda que acontece durante a gestação gemelar.

Pois bem, eles nascem acostumados com chutes, socos e tapas do irmão com quem dividiram o útero. Nascem sim. Podem falar que não, que não há comprovações científicas sobre o assunto (se alguém tiver esse tipo de informação, favor compartilhar!), mas eu tenho certeza que vêm ao mundo “calejadinhos”, porém sem hematomas aparentes.

E comprovo isso diariamente.

Assim ó: as crianças tem um túnel (trambolhento) de pano. Eles amam e brincam pra caramba. O Joaquim e o Pedro entram lá, um de cada lado, ficam entalados, se chutam e se atropelam, pé na cara de um, joelho na barriga do outro e outras confusões do gênero.

Pergunta se eles ligam, reclamam ou choram? Na-da. Na-di-nha. É a maior diversão e morrem de rir.

Ok, isso não é o suficiente para comprovar hipótese alguma. Mas, acrescente ao teste uma nova variável: a Manu, aquela mocinha espaçosa, que não dividiu placenta com ninguém.

Se resolve participar da brincadeira e o dedinho dela esbarra num fio de cabelo de um dos meninos, pronto! Começa o chororô e o caos geral.

Além do túnel, tenho milhares de exemplos. Em todas essas brincadeiras de pular, rolar no sofá, na cama, ou seja, momentos em que envolve contato (pancadaria??) entre as crianças, sempre flui bem entre os dois. Entrando a Manu em cena, desanda.

Sempre me lembro também desses programas falarem que os bebês, gêmeos, principalmente, reproduzem, após o nascimento, algumas brincadeiras da vida intra-uterina. Sempre achei bobagem, ainda mais porque nem é muito possível imaginar um bebê brincando na barriga da mãe. Quer dizer, aqueles chutes e socos que nós sentimos quando grávidas são o quê, mesmo?

Agressividade gratuita?

Melhor imaginar os nossos filhotes já brincando felizes da vida dentro das nossas barrigas.

Uma forma de observar as tais brincadeiras, de acordo com o programa, é ver o verdadeiro fascínio que as crianças têm por brincar nas cortinas. Especialmente os gêmeos, tá? Os meus fazem isso direto, desde pequenininhos. Fica um de cada lado da cortina, se abraçando e se empurrando.

Diz o programa que isso vem lá da vida intra-uterina, quando brincavam meio que através do saco gestacional, que lubrifica e amortece, lembram? A sensação de ter a cortina entre eles parece ser a mesma da separação ocasionada pela presença daquela película.

Será?

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Cenas da vida de uma mãe


Joaquim com febre, ficou em casa, levei só a Manu e o Pedro à escola.

Pepê abre o maior berreiro quando percebe que o irmãozinho gêmeo não vai lhe fazer companhia na escola. Tenta fugir do elevador (!!!) e voltar para casa.

Foi chorando até a escola, dizendo “não quero! Não quero!”. Entreguei o meu Pepezinho na mão da professora, choroso, carinha de tristeza, só se animou depois de uns agradinhos da professora. (Que me contou, na hora da saída, que ele passou super bem a tarde, mas na hora da “chamada”, viu a foto do Joaquim, fez bico e ameaçou chorar...)

Enquanto isso, Joaquim ficou em casa com a mamãe, fe-liz-da-vi-da assistindo ao seu DVD preferido sem precisar ficar brigando pela escolha do filme com o Pedro e a Manu.

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Falando em Manu, a malandrinha já entendeu que escola não é playground. Voltou dizendo que também ia “pegar” febre e ficar em casa tomando remédio.

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E eu ainda não defini se é mais difícil lidar com a relação de filhos gêmeos ou com a malandragem da primogênita...

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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Banho muito molhado


Compartilhar conhecimento e sabedoria é a chave para o sucesso da mini-humanidade que são os meus pequenos e os de vocês.

Então, vamos lá.

De uns tempos para cá, tenho dado banho de chuveiro ou chuveirinhos nos 3. Eles morriam de medo e eu achava que deveriam criar coragem e enfrentar o chuveirão. (Tô errada??)

Daí, quem entrasse no banho, seria o encarregado de deixar os 3 limpinhos e cheirosinhos, um a um. E quem estivesse do lado de fora, ia tirando, trocando, vestindo, até terminar a longa missão que é o banho da turminha.

Esse fim de semana, na fazenda, aproveitamos a piscina sábado e domingo, quando chegava a hora do banho, eu entrava com eles no chuveiro, ainda de bíquini e dava conta do recado. Maridinho ou a Bel ficavam do lado de fora, tirando, trocando, enfim, a logística toda.

Mas, vem cá, fazer tudo isso no chuveirão envolve um adulto disposto a se molhar e a tomar banho depois. Mas nem sempre essa disposição existe de fato.

Na fazenda, ok, eu estava de bíquini e já agilizava o meu banho (banho de mãe é SEMPRE agilizado? Não tem jeito de ser mais esticado e relaxante, não?!). Mas, no dia-a-dia, o banho das crianças é depois da escola e o meu, não. Quando eles voltam, já estou limpinha e arrumadinha, entenderam?

A pergunta que não quer calar é essa: como dar banho de chuveirão/chuveirinho sem precisar estar de bíquini ou terminar essa tarefa inteira ensopada?

Tem jeito?

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Pipas ao ar!!


Eu não me lembro de ter empinado pipa na minha infância (mãe! Pai! Uma forcinha aí, please!), mas sei bem como eram as pipas “daquela” época.

Pauzinhos de uma madeirinha fina, papel de seda colorido, cola e linha. Sei também que volta e meia as pipas rasgavam, os pauzinhos nada resistentes se quebravam, uma linha cortava a outra e é só esse mesmo o meu conhecimento “pipal”.

Mas, daí que os meus filhos ganharam uma pipa da Vovó Célia e levamos o brinquedo novo para a fazenda nesse fim de semana, afinal, não há melhor lugar do que lá para empinar uma pipa.

A deles não tem nada a ver com a “da minha época”, nadinha. Ela é feita daquele nylon de pára-quedas, é enorme e em formato de um macaco gi-gan-te! O má-xi-mo, simplesmente! As crianças piraram, principalmente por terem visto um macaco enorme voando, “igual o pi-piu”, eles diziam.

Só que “piração” de criança dura pouco, né?! Às vezes, a gente inventa uma brincadeira muuuuito legal, ou eles ganham o brinquedo maaaaais divertido do mundo e ficam lá brincando, a gente pensa que aquilo vai durar a tarde toda, mas, não. A empolgação passa, a concentração vai embora, o foco muda e lá vamos nós inventar mais uma coisa muuuuito legal para fazer.

Com a pipa foi igualzinho. Idêntico. Mas a dupla aqui, maridinho e eu, ficamos fascinados com a brincadeira, como se estivéssemos de fato relembrando alguma coisa da infância. (Ele me disse que nunca tinha empinado pipa na vida e eu realmente preciso de ajuda parental para descobrir, alô-ô...)

Enfim, esquecemos da vida e demos toda a linha para a pipa, ela voou beeeem alto, arriscamos até umas acrobacias, o macaco dava piruetas no ar e nós 2 nos divertimos horrores.

Até que, né?! Acho que era a nossa primeira “empinada” de pipa na vida mesmo e conseguimos enganchar o macacão na árvore mais alta já vista. A cara de frustração do casal deveria estar impagável, provavelmente com bico maior do que o do Joaquim.

Cortamos a linha, enrolamos tudo direitinho e passamos o resto do fim de semana olhando a pipa no topo da árvore. Achando que talvez ela tivesse descido um pouquinho, rezando por uma ventania daquelas para trazê-la de volta, sabe?

Bicos do casal à parte, empinem pipa! À dois, ou em família, não importa, é muito bom!

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Mamadeira que pinga


Os meus 3 filhos têm uma frescura que me é extremamente irritante: só aceitam um tipo de bico de mamadeira e de chupeta. Sempre o mesmo, da mesma marca. Ai, de mim quando tentei trocar: cospem na hora com uma careta pior do que alguém que comeu quiabo com jiló.

Mas acho que a culpa é minha mesmo, que fiz enxoval “afrescalhado” cheio de mamadeiras de todos os tamanhos e chupetas para todas as idades daquela marca bacana que os filhos dos famosos de Hollywood, de NYC e do Projac usam.

Mãe é um bicho besta. Acha cocô do próprio filho lindo e cheiroso (num primeiro momento, vai...) e cai nos contos publicitários.

Todas as vezes que vou dar uma mamadeira aos meus filhos, ajeito o bico direitinho, rosqueio aquela rodelinha (deu para entender de qual parte da mamadeira eu estou me referindo?), faço tudo bonitinho, certinho e com calma para evitar vazamentos de leite. Mas, não tem jeito. Sempre tem um acidente que molha a roupa limpinha e cheirosinha e lá vou eu, muito brava, xingando o fabricante, trocar a roupa.

Hoje em dia, eles até já sabem e falam:

- Mamãe, tá pingando!

Mas isso só vem depois que já molhou tudo e eles estão sentindo o pescoço molhado e melado de leite. Que ódio!

Fico imaginando a Katie Holmes, a Angelina Jolie e a Angélica trocando os filhos ensopados de leite e difamando a Philips.

Ai, falei!

Vai ver que é isso: a Philips se meteu a fabricar mamadeiras, quando deveria ter permanecido nos eletrônicos mesmo.

Deve ser muito mais fácil fazer TVs e computadores do que umas mamadeirinhas decentes que simplesmente deveriam conter os liquidinhos lá dentro, ou não?

Peraí, que eu vou indicar o blog para essas minhas amigas famosas e falar mal das porcarias de mamadeiras que vivem pingando nos nossos filhotinhos. Afinal, alguma coisa em comum a gente já tem!

E quem disse que eu não teria assunto com as poderosas? Hein? Hein?

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