sexta-feira, 15 de julho de 2011

Identificando os filhos por aí...

Há algum tempo, participamos do evento Natura Musical, que era cheio de atrações, shows e aconteceu em um espaço aberto e enooooorme. Para quem tem mais filhos do que mãos, como eu, pode ser um perigo e uma preocupação extra. Pois, para a minha surpresa, logo na entrada do evento, todas as crianças recebiam pulseirinhas de identificação com o próprio nome, nome da mãe e telefone. Nunca tinha pensado muito sobre esse assunto de “perder filho em multidão”, mas na hora do evento caiu a minha ficha e achei a idéia inteligentemente útil. Daí, me botei a pensar no assunto.

Já falei sobre as mochilinhas/coleirinhas e tenho certeza que elas desempenham essa função. Me lembro da minha irmã, com uns 7, 8 anos, quando se perdeu na multidão do Parque do Ibirapuera em um domingo à tarde. O desespero foi real. Mas como as mulheres dessa família são bem inteligentes (hehe), ela se sentou em um ponto estratégico por onde sempre passávamos e ficou lá quietinha esperando alguém da família aparecer. Deu certo. Sem pânico algum.

Combinar pontos de encontro com filhos serve como estratégia. Pulseirinhas e coleirinhas também, mas aposto que tem gente contra (manifestem-se, por favor!).

Já ouvi falar de famílias que se vestem de maneira parecida e com cores chamativas nessas ocasiões de tumultos. Assim como sei de gente que compra guarda-sol na cor verde-limão ou na cor preferida do filho para nenhuma criança se perder no vai-e-vem de encher o baldinho de água na beirinha do mar.

E vocês, o que acham dessas estratégias? Como fazem? Tem alguma outra dica para acrescentar aqui?



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16 comentários:

Carol P disse...

Camila,
Pois eh so tenho uma filha e as duas vezes q fomos a Dinsey nao usamos coleirinha, nem nada, era no carrinho ou de mao de dadas, pois queremos que ela saiba q tem q andar de maos dadas com a gente. O mesmo fizemos em aeroportos e afins, mas as vezes rola um piti e a ela vai rabujando de mao, ou vai pro carrinho dai rabuja mais. Nao gosto das coleirinha, mas nao digo que nunca usarei.
Acho a ideia da etiqueta com nome e endereco barbara, ainda mais ara criancas maiores que sabem se comunicar bem. Tam,bem ensinar sobro ponto de encontro, se perdeu vai para tal lugar.
Com mais de um filho realmente deve ser bem complicado.
Vi na disney uma pai com uma algema de velcro, achei bem interessante e menos agressiva q a coleirinha em si, pois no momente q a gente bobeia e solta a mao a crianca ta com a pulseira preca no braco da mae ou pai.Vou procurar o nome direitinho.
bj Carol P
www.motherlovedatabase.com

Carol Garcia disse...

camilitcha,
eu sempre fico preocupada com essa questão e surto quando o sacaninha do isaac se esconde entre as roupas em lojas de departamento...
mas sinceramente nunca usei recursos pra evitar isso, e fico de olho.
só que acho todos eles incriveis, desde a mochilinha/coleitinha até a tatoo copm o nome e telefone.
super válido.

bjo bjo

Flavia disse...

O João tem mania de independência! Esteja no lugar que esteja ele sempre vai querer explora-lo e se possível se perder.
A gente já aprendeu, cada vez que saímos com ele escrevo meu celular visivel no braço dele. Claro que isso funciona aqui, que não existe (muito) a paranóia de que podem levar seu filho...
Nunca precisou, mas um dia aconteceu uma coisa engraçada, estavamos numa festa na rua, muitos amigos, e ele estava constantemente se "perdendo", escrevi meu telefone no braço dele e fiquei mais despreocupada... Mas qual foi minha surpresa em descobrir que algumas horas depois eu tinha perdido o telefone. risos!
A sorte que o filhote estava localizado.

Bjs

Camila Bandeira disse...

Quando viahjamos, compro aquelas pulseirinhas coloridas de papel com adesivo, e anoto os dados como nome, celular, hotel, número do passaporte, etc. Sempre é bom!

Cℓαudïαnє ou Ane de Tal disse...

Bom dia!
Eu nunca tinha ouvido falar desse evento ai que voce citou,mais já passei por uma situação parecida,e foi em um shoping aqui da cidade mesmo, minha filha se perdeu e saiu da loja onde eu estava,por sorte o vendedor da porta da loja n deixou q ela saisse e logo eu pude ve-la chorando,estava a menos de 3m de mim,mais foi o suficiente pra mim aprender a ficar ligadona o tempo todo.
E eu não curto muito a ideia da colerinha na criança,mais se for preciso não deixaria de usar não. E na praia sou adpta da pulserinha e sempre coloca a barraca o mais proximo possivel da agua pra poder mante-la de baixo da sombra e da minha vista.

Cristiane Mota disse...

As vezes tenho um impulso quase incontrolavel de comprar uma mochila/coleira destas para o B - perdi ele na C&A dias destes e foi horrivel - olhei para o lado e o B tinha desaparecido. Gosto muito das pulseiras de indentificacao tambem, mas como mae medrosa, sera que vao devolver meu filho?? Dificil... Dias desses, no jardim botanico, vi uma mae escrevendo com batom na barriga da criança o telefone e nome dela, achei bem criativo!

Thais Scavassa disse...

Oi, olha ainda não tenho nenhum estratégia, mas vou adorar saber todas porque estou ficando maluca já, todo dia lembro de você, sempre me pego pensando em uma situação nova e penso o que será que a camila faz??
Estou na faze de berço, carrinhos de gemeos ou não, cadeirinhas e como colocar no carro, que carro tem 3 cintos de 3 pontas atras? olha que loucura..
Bjus

♥♥ Thata ♥♥ disse...

Eu já me manifestei aqui mesmo sobre as mochilinhas e sou super a favor, inclusive vou estrear a minha na próxima viagem daqui uns dias. Sou a favor também das tatuagens temporárias que vc pode escrever o nome e telefone, acho legal.

Sou a favor de tudo que nos ajude a manter nossos filhos por perto e em segurança!

Natalia L. P. de Almeida disse...

Camila, o dia em que tasquei a mochilinha guia com cara de pinguim no Gabriel vc não imagina a cara de alguns... Meu marido e eu nos divertindo com a carinha orgulhosa dele de mochila e umas mulheres nos bancos do shopping olhando com a maior cara de (inveja) "ai, q ridículo". Ridículo é perder filho, não é? Acabei devolvendo a dessa marca (bb trends) pois dias depois ele me arrastando pra ir logo ao parquinho, arrenbentou a guia e meu bb de 1 ano e 4 meses na ocasião, caiu com tudo... ( a mochila era pra criança de até seis anos!)Troquei por outra produto.
Qualquer coisa é válida.
Um abraço e bom retornoo!

O Fabuloso blog de Eli disse...

Oi Camila,
por enquanto sou mãe da pequena Clara somente, mas pretendo ter mais filhos que mãos... Sou a favor do bem estar e segurança de todos. Certo e errado? Não existe, Cada mãe deve agir da forma que julga ser o melhor para seu filho. Não acho que o uso da mochilinha pode prejudicar psicologicamente a criança, o que vale é o amor e a cumplicidade na relação entre pais e filhos. A identificação em pulseiras é excelente.

bjs bjs.

Renata disse...

Olha Camila, dia desses fui ao shopping com meus filhos,...uns amores no início... de mãozinhas dadas,..e teve uma hora que os dois resolveram se dar as mãos, junto a mim...coisa mais fofa... até que um resolveu começar a correr e o outro também,... Era eu e minha mãe, com os carrinhos, bolsa, e os dois a mil! Tudo bem, eles precisam saber que tem que dar a mão, etc, mas com 1 ano e seis meses, nem sempre dura muito todo o comportamento! Vou te dizer, senti muita falta dessa tal coleirinha....e vi uma mãe com a filha e achei o máximo! Eu sou totalmente a favor, porque pode acontecer de acabar perdendo a visão da criança rapidamente, mas vc não sabe quem está por perto e as suas intenções,... Num shopping cheio, minha queri? Qualquer coisa pode acontecer... Eles podem estar super comportados e, numa aglomeração de pessoas, sei lá, alguém pode puxar,etc (tá, exagero, mas vou dizer, também morro de medo que alguém sequestre um dos meus filhos,... morro de medo mesmoo!!)... Fazer o que? E são dois, então,... não é porque tem gente que reprova que vou ficar constrangida e não usar... Ainda não comprei, mas assim que tiver a oportunidade, pretendo! Bjos e ótimo post.
Aliás, amei a ideia da pulseirinha!

Anne disse...

Sou à favor de não perder os filhos e de não ser maluca de sempre colocá-los na coleira... ou seja = meio termo!
Para mim o meio termo é: não estou segura de levar a um show, uma passeio movimentado esporádico, um parque cheio de distrações? - coleirinha!
tenho possibilidade de olhar sem correr o risco de perder - vai solto!

É CLARO que nada substitui educar para ficar pertinho, procurar a mamãe, não custa usar cores iguais, colocar adesivos, etiquetas, telefones com caneta retro no braço...

feio é perder o filho!
bjo

Roberta Lippi disse...

Sabe que a Luísa até ganhou uma daquelas mochilinhas que tem o rabinho, mas nunca precisei usar com ela. Acho que muito pelo próprio perfil dela, que é uma criança mais quieta. Ela mesma não desgruda da gente, fica segurando na nossa roupa se não temos como dar as mãos. Também nunca foi daquelas de sair correndo em lugares públicos. Não sei dizer o quanto isso tem a ver com educação e o quanto tem a ver com personalidade - talvez com a Rafaela agora eu possa comparar.
Mas vejo crianças que são impossíveis e que não param um segundo. Nesses casos, em algumas situações específicas (e não toda hora, evidentemente), acho que vale usar aquela mochilinha sim - como disse a Anne, feio é perder o filho. E vamos combinar que não se trata de uma coleira no pescoço como de cachorro, né, a coisa não é tão exagerada assim.
Agora, essa ideia de ter alguma identificação na criança para o caso de ela se perder eu acho legal, sim, viu. Acho muito maior a chance de um filho se perder do que ser sequestrado. Aliás, se o filho for sequestrado, melhor mesmo que o cara já tenha o telefone da mãe pra agilizar, é ou não é?
Beijos beijos

Mariana - viciados em colo disse...

camila,

acho que vale a mãe/o pai conhecer bem o filho para sacar como deve ser o combinado.

minha filha é bem esperta e sempre entendeu a frase "não saía de perto de mim" ou "segure na minha calça", desta forma eu podia usar as mãos para outra coisa enquanto SENTIA sua presença colada em mim (acho que com arthur isso não funciona! rá!)...

assim que ela decorou nossos celulares (com uns três anos), ensinei a ela que ela deveria procurar um adulto, de preferência fardado, e dizer calmamente que estava perdida, falar o celular e tal (nunca testamos! rá!), quando chegávamos num shopping, por exemplo, eu lhe mostrava logo "a cara" dos seguranças...

confesso que tenho medo que alguém roube ela quando souber que está perdida (paranóica, eu? imagina!).

agora eu tenho certeza que terei que lançar mão da coleirinha, aliás ontem desejei ter uma: fui vacinar arthur e durante a espera dei uma bobeira e quando vi o menino tava na porta da rua... as coisas acontecem, mesmo com quem não é preguiçosa (talvez eu seja, rá!).

beijoca

Patrícia Schneider Regina disse...

Gente, falando nisso onde consigo as coleirinhas?? tem no Brasil? tem que ser a de gemeos...quem souber please, envie resposta para schneiderpatricia@yahoo.com.br
bjs

Marina disse...

Ixi, nunca usei coleirinha com a Bia, mas se precisar uso numa boa, sem nenhum trauma!
Como ela ainda é pequena, não desgrudo dela nem um segundo quando saimos e quando ela quer explorar o local com certa independência eu fico numa distância segura sem nem piscar! kakakakaka

 
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