terça-feira, 24 de agosto de 2010

Culpa da Kah!!!


Eis que a Kah deixou um comentário no meu último post e já fiquei com as mãos coçando para responder. Não pra ela, obviamente, mas dá uma olhada na parte final do comentário:

"(Ah, te contar, você ficou famosa em JP. haha Ontem fui no parquinho, daí encontrei uma babá e tal, e ela falou que viu a reportagem na Veja e ficou admirada com uma mãe de três largar o emprego ao invés de fugir de casa. E que isso deu altos papos entre as babás...)"

Nem sei por onde começo, mas pode ser assim: os filhos são meus e fugir desse tipo de responsabilidade é para os fracos, certo?!

Daí, vem a questão de como "executar" a responsabilidade. Um beijinho pela manhã, meia hora no máximo, chegar em casa à noite, filho de banho tomado, jantado, só botar para dormir? Pouco para mim, honestamente falando.

Eu enlouqueço? Sim. Com que frequência? Todos os dias. Tem horas que eu quero sumir? Siiiim, mas nunca abandonei o barco, tá?! Mas não troco essa vida por nada.

Vejam só: eu passo a manhã com as crianças. À tarde, elas vão para a escola e eu tenho um período de 4 horas livre para mim. Busco a turminha, dou banho, jantar, brinco e ponho na cama. Durante a semana, eles dormem bem cedo, voltam exaustos da escola, então ainda tenho algumas horinhas para jantar e conversar com o maridinho, até sair, se for o caso.

Então, vamos lá: fugir do que, dona babá?

Muitas babás têm mania de achar que elas existem porque as mães não querem desempenhar as suas funções e que elas são, de fato, substitutas maternas. (E eu tenho vontade de so-car quando encontro uma assim!!). Outro dia, em uma festinha, vi uma fulana dessas falando: "olha só a minha subindo no brinquedão". E eu só pensei: "a minha o que, caramba?!".

O que elas precisam entender é que cada mãe faz escolhas para a vida profissional e pessoal e elas não têm NA-DA a ver com isso. Quem tem jardim e não tem tempo de cuidar, contrata jardineiro. Com uma criança, idem, contrata-se a babá (a comparação foi meio absurda??). Mas, vejam bem, eu posso até ter o jardineiro e curtir as minhas plantinhas no fim de semana, no entanto, esse esquema absolutamente não funciona pra mim no assunto "filhos". Não sou mãe de meia hora pela manhã e pela noite e nem mãe de fim de semana. Ah! E tenho uma característica fortíssima: não sei delegar. Principalmente os cuidados com os meus filhos, eu boto a mão na massa, no cocô e nas melecas todas, feliz da vida.

Daí, entram outras questões beeeeem relevantes hoje em dia: profissão e dinheiro.

Quem não encontrou dificuldade em conseguir aquela super oportunidade de emprego? E passou por milhões de entrevistas e "dinâmicas" até ser aprovado? E teve que ralar para ser promovido de cargo e salário? Então, pra mim, retomar a vida profissional depois da "clausura" da maternidade é mais uma fase que envolve dificuldades diferentes, mas que já existiram antes.

Eu já batalhei e já corri atrás de um emprego e posso muito bem fazer isso novamente, contando com a vantagem de já ser conhecida profissionalmente e, quem sabe?, poder contar com uma outra oportunidade no futuro. Confesso: eu não perco nem um minuto de sono por causa desse assunto, sério mesmo.

Agora, grana é um assunto que pode atrapalhar tudo, tudo. Quando um casal faz esse acordo de que um trabalha fora e o outro fica em casa, tudo tem que ser muito bem conversado e esclarecido.

Quer dizer, vocês vão viver com um salário só e pode ser possível para todo mundo, porém essa situação vai definir e pode limitar o padrão de vida da família.

Por exemplo, se a família quer ter 2 carros do ano, mais um para o dia do rodízio, viajar para a Europa a cada 6 meses e levar as crianças para a Disney em julho, muito provável que um salário só não baste.

Mas, se o padrão de vida satisfatório e acordado por ambos for mais simples, lembrando das vantagens de os filhos serem criados pela mãe, o carro do ano não vai fazer falta. E, quer saber? Uma hora ele vem. Os filhos crescem, a mulher pode sim retomar a vida profissional e fazer tudo aquilo que ela gostaria de fazer com o bolso cheio de salário próprio.

Outra coisa que pode criar conflitos é assim: sabe a calça que você está usando? Maridinho que comprou. Sabe aquele creminho delicioso que você usa (quando dá tempo, vai...) depois do banho? Maridinho que pagou. A pasta de dentes? Maridinho bancou. A Coca-Cola? Maridinho patrocinou.

Pegou?

A gente tem que assumir a dependência financeira do marido, entendeu? E isso não é ruim ou inferior, mas pode trazer problema. Porque, é claro, fica pesado pra eles, né?! Mas nós temos o direito de fazer as unhas, cortar o cabelo, comprar uma roupinha e tal. Mas se essa situação toda não estiver bem acertada, a coisa pode ficar bem feia.

Todo mundo deve se ajudar. A mulher precisa reconhecer que é pesado sim para um homem sustentar sozinho a casa e a família e, para facilitar, planejamento orçamentário funciona que só vendo. O homem também precisa reconhecer e valorizar todo o esforço e trabalho da mulher, que não trabalha das 9 às 5, mas o dia (e porque não à noite??) inteiro.

Enfim, vamos resumir e encarar essa situação toda como um trabalho voluntário temporário?

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20 comentários:

Fe Piovezani disse...

A-Do-Rei o texto. Lindo de morrer. Vc tem toda razão.
Maravilhosa!
beijo

Carol Garcia disse...

clap clap clap
sou sua fãzoca, né camilitcha?
e mooorro de inveja.
pq??? faz meses que escuto maridex pedir pra eu sair desse emprego (que vem me estressando pacas) e ainda não tenho coragem de ser dependente, largar minha função e tals.
preciso de terapia. pra já!
bjocas

(Mamãe) ~Pinel disse...

Nossa... acho que você conseguiu com esse post dizer o que eu sinto e tenho vontade de fazer, mas assim como a Carol ali em cima, falta um pouco de coragem de ficar dependendo das pessoasm, ODEIO depender de alguém.
Mas, como eu ainda dependo dos meus pais, meu namorado dos pais dele, e nossa filha ainda não depende de nós (financeiramente falando), vou mesmo é aproveitar para curtí-la o máximo que puder e quando eu e o meu namorado estivermos prontos para casar pensaremos em como nosso tempo será distribuído.

Com certeza levaremos em conta o fato de eu sou bem como você, não acho o suficiente e nem me agrada ser "mãe de meia hora", como você disse. Quero ser mãe antes de qualquer coisa na minha vida, pois sei que isso é o que me fará feliz e realizada como mulher.

Mais uma vez, parabéns pelo post, e obrigada Kah! =)

Renata disse...

Querida, queria ter escrito esse texto, mas não saberia expor o que penso com a clareza que você fez. Também optei por não trabalhar fora e demos uma mega apertada no orçamento para incluir dois filhos. Sou super tranquila com a situação de ser dependente financeira do marido e temos isso super bem resolvido em casa. E mais, não sei e detesto delegar...acho que ninguém vai fazer do jeito que eu gostaria e acabo sempre sobrecarregada, surtando, mas feliz e satisfeita com a minha escolha.
Toda escolha tem o seu preço e a minha vale todos os preços, porque tb não conseguiria passar o dia todo longe deles!
Amei o texto, parabéns!
beijos

Tatiana Bonotto Cake Designer disse...

Olá adorei seu blog!!!

Estou passando para divulgar meu blog...se puder dar uma passadinha lá...vou adorar sua companhia!

www.tatidesignercake.blogspot.com

Beta, a mãe disse...

Oi Camila, eu também não trabalho, mas tenho alguém pra me ajudar sim, ela passa a semana aqui morando com a gente sai na sexta e volta na segunda. Se eu não tivesse uma ajudinha que seja eu já teria enlouquecido. Ainda mais que o Leo nasceu perto das férias da escola e a Bia iria ficar doidinha só comigo e ele em casa. Não deixo de fazer as coisas tanto com ela quanto com ele, cuido, mas não faço as coisa mão na massa com a Bia, explico porque:
A menina não come nada comigo e faz manha pra tudo, com a babá come que é uma beleza! Eu quem ponho pra dormir e quem acordo no meio da noite.
Tem dado super certo nosso esquema e eu sou feliz com isso, não concordo mesmo em levar babá a tiracolo pra tudo que é canto. Ontem mesmo fui no pediatra e tive que levar ela pra me ajudar. Se você consegue não ficar totalmente exausta no fim do dia com os três eu te aplaudo, porque eu sei que não é nada fácil. Fora que a gente também tem que cuidar um pouquinho de si. Um beijão

Sarah disse...

Falou tudo Camila! Não tenho babá, mas também acho péssimo quando elas acham que a criança é delas - situação que, muitas vezes, acontece pela ausência de cuidados dos pais. Eles é que deveriam assumir as rédeas e ter na babá uma auxiliar, não a responsável pela criação.
Muito bacana também quando vc enfatiza o planejamento financeiro da família e o diálogo entre o casal. Sem esse cuidado, não só as decisões ficam difíceis, mas as consequências podem ser desastrosas para a família.
beijo!

Mamma Mini disse...

Ai Cá fiz um comentário giga e deu pau... saco! rs
mas amei seu post, estas palavras ecoam na minha cabeça desde que saí do trabalho, também não me contentava em por filho no mundo e ver só de manhã e a noite, não é o ideal de mãe que eu pensava pros meus filhos (um no caso...rs) e vivo a dureza do case trabalho diariamente, minha carreira nunca vai deslanchar enquanto a prioridade for meu filho, e quer saber? estou super feliz com isso, nunca estive mais feliz na vida... agora depender do marido, esta é definitivamente a parte difícil pra mim, o preço que se paga, mas pra mim não é tão sussas infelizmente, acho que pra mim é a única parte negativa de todo o processo... amei amei amei!
me identifico super, ainda mais claro...rs
bjs querida

Dani disse...

Camila, sou sua fã...
Ainda não tenho filhos, mas penso como você ! quero ter filhos para cuidar, para ver crescer, para acompanhar todos os momentos.. sei que para isso vou ter que abrir mào de bolsa nova, viagem internacional, enfim, para mim ter um filho e acompanhar seu desenvolvimento não tem preço, tudo vale a pena !
Você é sim uma privelegiada por ter essa oportunidade e o mercado de trabalho sempre estara recrutando profissionais.
beijao

Nutrição e Cia disse...

Ca quanto a babá eu dispenso, não colocaria uma pessoa pra ensinar minha filha, ver ela andar, comer, aprender com outra pessoa. Eu sou mais uma nas mil que largaram a carreira pra se dedicar aos filhos, e adorei, Como comentei lá no blog da Kah e li tudo sobre a babá no parque. Hoje minha filha tem 2 anos e 6 ms e é super independente come sozinha (com minha supervisão, off corse), quando desfraldou do xixi em uma semana já estava fazendo cocô sozinha no piniquinho, pede desculpa toda hora e sempre diz obrigada. Funçao essa que a babá não sabe ou simplesmente não perde tempo ensinando. Fora que acho que elas não são tão firmes no quesito, educar! Quanto a ficar em casa e depender do marido, bom eu já faço isso a um tempo, e já acostumei, lógico que a gente não tem tudo que nosso salário pode pagar, mas descobri que nesse momento mãe não preciso de tanta coisa assim, passo o dia em casa. E viajar quando dá a gente vai, em 2008 fomos, em 2009 não deu e pronto. Fazer o que se der esse ano vamos, se não quem sabe ano que vem. É o que vc falou é um salário só pagando todas as contas, então temos que abrir mão e viver como dá. É ISSO, BEM LEGAL ESSE SEU POST TODAY. KISS

Roberta "Mimi" disse...

P E R F E I T O! Suas palavras são também minhas. Também parei de trabalhar fora para cuidar dos meus filhos, e não me arrependo um dia sequer. É claro que fazemos parte de uma minoria, pois muitas mães não podem parar de trabalhar pois o orçamento doméstico não permite, e aí elas precisam recorrer a uma creche/ escolinha, ou uma "babá" (cuidadora, e muitas vezes das piores).
O que muitos pais não entendem é que quando eles terceirizam os cuidados dos seus filhos, e uma pessoa passa 8, 10, 12 ou até 24 horas com seus filhos, quem cuida não apenas troca fraldas, dá banho, dá comida e brinca, mas está transmitindo também educação e valores.
Bom, cada um cada um, cada cabeça uma sentença, e esta é a nossa escolha.
Beijo!
Roberta, mãe em tempo integral dos gêmeos Rute e Miguel
http://www.familiamimi.blogspot.com/

Geovana disse...

oi querida li o post da Kah, e deixei um recadinho lá, tambem sou mãe 24 hrs por dia e amo ser...tenho a minha duplinha, tambem enlouqueco varias vezes ao dia, tenho vontade de sair porta fora, mas só da vontade, brigo xingo, me escabelo, mas o que prevalece é o meu amor por eles, amo tanto meus filhos, que preferi me dedicar a eles, e não ao trabalho, não vou dizer pra ti que não tenho vontade de voltar a trabalhar, mas meus filhos são tudo pra mim, não vejo outras pessoas com eles, ainda mais essa onda de pedofilia, não confio em ninguem...e como tu mesma diz, se da pra viver com 1 salario pra mais né hehehe, não ostento morar me miami ou viver na europa, pra mim a minha vidinha esta otima hehehe...bjs!!!

Juliana Dalzoto disse...

Super post, adorei tudo o que vc escreveu!!!!
É bem como eu penso e mais ou menos como as coisas são por aqui, tirando a parte da escola, por enqto!!!

Assumir essa "dependecia financeira" do maridão e planejar o orçamento da família toda são fundamentais pra que tudo ande bem: família e casamento.

Tb não perco o sono pensando em carreira, trabalho, dinheiro... tenho mais filhos para gerar, parir e criar, depois´é depois ;)

Beijo beijo
Ju

Dani disse...

Cá, já fiz um comentário lá na Kah sobre esse assunto (vai lá).
Também ficaria com a cabeça a mil se alguém fizesse um comentário desses sobre mim. Inadequada e bem pretensiosa essa babá, né não.
Mas elas só agem assim porque o comportamento dos pais (dos filhos que elas cuidam) autoriza esse tipo de pensamento.
Aqui onde moro o reinado das babás impera em qualquer festinha.
Como não tenho babá, e, se tivesse também não a levaria em uma festa, porque, adoro ver Nina se jogando no pula-pula, sou meio que detestada pela turma!
É até engraçado ver as caras tortas delas!
Nem ligo. Sigo o que eu penso. Não abro mão desses momentos com a minha filha, mesmo porque, continuei trabalhando depois do nascimento dela, então, não abro mão mesmo!
Beijo, Cá.
Tô com você!
Dani

Anônimo disse...

Adorei o texto! Eu trabalho fora, mandei a babá embora e coloquei minha filha integral na escola.
O fato de eu trabalhar fora e conciliar a educação e criação da minha filha não se resume em um beijinho pela manhã, e chegar em casa à noite com o trabalho já feito. O tempo que gasto fora de casa não me impede de também colocar a mão na massa e ser super antenada em absolutamente tudo o que ocorre na vida da minha filha.
Reconheço que para minha situação, é também necessário uma mega força do meu marido, afinal, chego em casa morta de cansada e ainda tenho muuito trabalho pela frente.
É também muito prazeroso optar por trabalhar e criar os filhos, só temos que ficar muito atentas para que as devidas prioridades na vida sejam dadas de maneira adequada.

Beijos Rachel

Si disse...

Ca.. infelizmente nossa geração foi educada pra ser "INDEPENDENTE" financeiramente dos maridos... para a maioria das mulheres é um ABSURDO ser dona de casa... mas na minha opinião é maravilhoso, este ano saí do emprego e me dedico em tempo integral ao meu filho, meu marido e minha casa... AMO essa vida, poder educa meu pequeno e fazer coisinhas gostosas pra agradar a familia (o que antes não tinha tempo e disposição)... Pretendo voltar a área de trabalho, assim que Saulinho tiver maior.... Parabéns pelo seu texto... concordo plenamente com ele... bjsss

Juliana Ramos disse...

Olá!!!
Concordo com o que vc disse em gênero, número e grau.
Optei, já há algum tempo (meu mais velho tem 10), ficar com os meus filhos, afinal tenho 3 também. Fico louca todo santo dia, tomo passiflora, mas meus filhos são educados e independentes.
No quesito independência estou no meio termo, pois sou professora de sapateado e ainda consigo trabalhar um poquito. Dou uma hora de aula por dia (nada comparado às 4 horas diárias do passado em horários loucos) enquanto eles estão na escola. Ganho bem proporcional ao tempo que trabalho, mas com certeza o grosso das despesas fica com o maridão.
Já estou fã do blog!!!
Bjos para vc e para a tropa toda.

T-shirt disse...

te admirooo! sou tua fã! disse tudo mulher!
bj pra vc e seus filhotes!

JuuHh disse...

oii
guria, tb amei o teu post...
mas fiquei me perguntando.."será q qd as babás falaram que ficaram admiradas com tua atitude não foi positivamente??"
dai eu achei super engraçado pq li no primeiro post atualizado, antes desse, q tu estavas na tpm asuihaihsa dai assim, tu falou tudo exatamente (mto bem dito por sinal) bem como se tivesse na tpm hihihihi sabe qd a gte percebe isso?
achei super engraçado e legal tb :)

eu qd tiver meus filhos tb nao quero ser uma mae de meia hora, tomara q dê..
espero q nao leve a mal minha observação tah?!
sou fã do teu blog :D

te acompanho sempre!
qd nao da de ler todo dia, vou lendo os atrasados de uma vez so no final de semana hehe

mas deixa eu te pergutar uma coisa...tu mandou o link q mostra tua entrevista??

posso ter perdido teu aviso de endereço...
beijinhooo

Gisella Baptista disse...

Oi Camila,
É a primeira vez que entro aqui e adorei este post.
Já me torturei muito com essa coisa de não trabalhar e priorizar a educação dos filhos (que no meu caso são 2, uma de 5 e outro de 3) e ter que aguentar um certo preconceito neste sentido, além de as vezes bater uma certa ânsia por realizar algo, construir alguma coisa no sentido profissional...
Hoje estou mais tranquila, mas com certeza tem horas que quero gritar pela janela e dizer que tô de saco cheio, porque, convenhamos, a tarefa mais difícil do mundo inteiro é educar um ser humano, colocar limites, passar valores, etc, sem nem um menor momento de pausa nesta função, mesmo quando estamos na TPM ou tristes ou preocupadas com qq coisa...
Tenho uma babá, mas como você, tenho dificuldade em delegar, portanto tudo é muito controlado e designado por mim, desde o cardápio de almoço, lanche, etc, até as poucas horas em que autorizo colocar um filminho para eles assistirem.No mais, eu estou sempre com eles, acompanho em todas as atividades, levo e busco na escola, coloco para dormir, etc.
Mas acho muito importante o meu tempo sozinha tb, e aproveito quando eles estão na escola, ou dormindo (eles dormem super cedo).
Parabéns pelo blog!
Bjs
Gi

 
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