sexta-feira, 8 de abril de 2011

BLOGAGEM COLETIVA: A MATERNIDADE REAL


O assunto dessa blogagem coletiva “Maternidade Real” está presente em muitos dos meus posts e constantemente nos meus pensamentos. A minha querida amiga já foi acusada de pintar a maternidade de cor de rosa e agora ela quer, como nós também, as participantes dessa blogagem coletiva, mostrar o “dark side” da maternidade. Já aviso o seguinte: pintem mesmo os quartinhos dos filhotes de vocês de azul bebê, rosa clarinho, bege, amarelinho, porque isso acalma, sim. Se for escolher a verdadeira cor da maternidade, não vai pegar bem em um quartinho de bebê. Fato.

Os choques de realidade da maternidade não pedem “licença” ou carregam avisos de que vão acontecer. Se você acha que a coisa toda vem em doses homeopáticas, melhor se imaginar eternamente ligada a tubos e mais tubos de adrenalina na veia. Bem mais realista.

Eu pensei bastante e até gostaria de simplificar, dizendo que a maternidade real é a maternidade possível. É exercê-la do jeito que você pode, em suas próprias possibilidades.

A gente sonha, se enche de expectativas, ouve milhares de histórias e experiências, recebe conselhos e dicas válidos e importantes. Mas, importante mesmo é a própria realidade, as condições pessoais, familiares, culturais, emocionais e financeiras de cada um.

Eu não sou do tipo que quer crucificar a indústria do marketing e da propaganda, mas eles estão aí e exercem suas influências sim e com força. Tem gente que pensa que isso tudo passa batido, porém acho difícil. Eu já quis ficar massageando a minha barriga de grávida com óleos e hidratantes específicos vestindo apenas uma calça larguinha branca e um top maravilhoso que realçava os peitos (pode falar “peito”, Arnaldo??) que a gravidez me deu.

Mas a coisa era tão realçada que precisava de um top e um sutiã com sustentação extra por baixo. Nada bonito. A calça deixava a mostra um umbigo saltadão. Nada bonito 2. Barriga de fora exibia uma listra marrom e enorme na minha barriga. Nada bonito 3. Barriga? Que barriga? O meu nariz não me deixava visualizar nada além de duas narinas gigantes. Nada bonito 4. Se eu ficasse muito tempo em pé massageando a barriga, os meus pés inchavam e a coluna doía. Se eu ficasse muito tempo deitada massageando a barriga, eu morreria sufocada pela própria pança que prendia todo o meu ar.

Alguém viu algum cor de rosa nisso tudo??

Isso é só um exemplo da gravidez, há muitos outros dessa e das outras fases como o parto, o nascimento e a própria educação dos filhos.

Você sonhou com um parto normal, humanizado, com trilha sonora e tudo o mais que tiver direito para botar o filho no mundo de maneira linda e tranqüila. Daí, numa consulta descobre que o bebê está em sofrimento fetal pelo cordão umbilical enrolado no pescoço e se vê obrigada a fazer uma cesárea de emergência. Sem tempo nem de passar em casa e pegar a mala da maternidade arrumada com tanto carinho e dedicação seis meses antes do parto. Enfeite da porta? Fica só aquele tag mesmo, com o nome da maternidade, o número do quarto, o nome da mãe e a sigla “RN”.

A amamentação seria exclusivamente de leite materno, em livre demanda até Deus-sabe-quando. Mas a licença acabou, o orçamento estourou e lá vai você de volta ao trabalho. Acaba deixando latas e mais latas de leite artificial para o pobre do bebê, agora terceirizado (!!!) para uma babá ou sob os cuidados de uma avó disponível e carinhosa, porém que acha uma graça ver o netinho se lambuzando de danoninho e de bolacha maizena. (Mas quem é que tem coragem de dar bronca na mãe que está fazendo tamanho favor??).

E eu só consigo pensar naquela propaganda de margarina... Impossível, né?!

E aí retomo a história de que a maternidade real é a maternidade possível. E, no complexo caso da maternidade, “querer não é poder”, sinto por desapontá-las. Eu quero resgatar as minhas longas e tranqüilas horas de sono, mas eu não posso. Taí um exemplinho simples, básico e verdadeiro.

No entanto, é bom, muito bom. Tanto que a gente vai lá e repete a experiência uma ou algumas vezes. Sabe porque? Pelo amor. Simples e básico amor. Maior do que qualquer outra coisa nesse mundo. Amor real, de fracassos, frustrações, decepções e inúmeras culpas. Amor é isso, rosa, azul, amarelinho ou preto. Mas ele fica, cresce, se transforma, amadurece, faz concessões, faz birra, mas compreende, aprende e ensina.

*****

Complementando esse post para a blogagem coletiva, vale a pena ler o artigo que saiu essa semana na Crescer. Chama-se "Você Não é Perfeita", poderia ser mais perfeito?? Clica aqui!

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46 comentários:

Sarah disse...

Que ótimo texto Camila! Acabei de postar o meu para a blogagem e também falei da publicidade... porque, por mais que a gente a ignore, ela exerce sim influência nesse mundo cor-de-rosa.
Um viva para a maternidade possível!
beijos

Carol Garcia disse...

pois é camilictha,

quando a gente se dá conta de que não precisamos nem devemos ser perfeitas, a coisa caminha.

quando a gente aceita que não é perfeita e mesmo assim a cria cresce saudável, feliz e bem resolvida, pronto... ATINGIMOS A PERFEIÇÃO!

bjo bjo bjo

Eu e minhas três bonecas... disse...

Amei! Já fiz o meu post, que nem lembrei em falar da gravidez... Se eu começar a falar da minha gravidez gemelar... putz...
Beijo!
Gabi
minha3filhaslindas.blogspot.com

Renata disse...

Amei, Ca! Principalmente a parte da gravidez...tb achei que ficaria linda e serena e na verdade fiquei gorda e chata! rsrsrs!
beijos

Karin Petermann disse...

Muito bom Camila, como sempre né!!!

Beijos

Karin - @karinpetermann
www.mamaeecia.com.br

Camila Bandeira disse...

Ótimo texto! Essa história de querermos ser perfeitas, querer fazer tudo direitinho, tudo como está nos manuais acaba matando o chamado bom senso, com disse a ótima matéria da Crescer. Acho que podemos ser ótimas mães mesmo nos permitindo determinados "erros" ou algo que não esteja "by the book". Beijos! Camila

Michele Schefel disse...

MUITO LEGAL!!! o meu fala mais ou menos isso: http://micheleschefel.blogspot.com/2011/04/minha-maternidade-real.html
bjo

A mãe dos Gêmeos disse...

Lindo post! A maternidade real é muito mais complicada da que a gente idealiza qdo engravidamos e achamos que o nosso filho vai nascer, mamar no peito, dormir o dia e a noite super bem , e qdo nasce vemos que nem tudo são flores.
Adoro seus posts entro sempre, tbem sou mãe de gêmeos doisn meninos tbem.
Bjos

A mãe dos Gêmeos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rosi disse...

Camila

Seu texto poderia ser escrito por mim sem nenhuma modificação. Tive todas as ilusões e desiluções com que diz respeito ao parto e a amamentação. E chorei e sofi muitooo por isso.

Até que resolvi confessar que não sou perfeita e crio meu bebê de um mês na base da intuição.Tá funcionando. Ele está crescendo, se desenvolvendo e cada dia mais lindo, ownnnn

Adorei o texto e obrigada por dizer a verdade de verdade.

Bjs

Bianca disse...

Oi Camila!
Adorei o post, maravilhoso!! Depois de 1 semana de febrão, estou doida atrás dessa noite de sono, mas tá difícil ...

Li disse...

Adorei o texto!
Concordo com você em quase tudo, mas acho que ser mãe, tem um ponto cor de rosa: nossos filhos!
As coisas mais preciosas das nossas vidas!!!
E acho que nisso você concorda comigo!!!

Também postei sobre o assunto!

Beijos!

Lívia.

Lia disse...

Os posts dessa série estão ótimos, o seu inclusive. Infelizmente eu ando meio desinspirada durante a gentação e não consegui preparar nada decente pra entrar na blogagem.
Agora, camila, só uma correção: circular de cordão não indicação de cesárea em absolutamente nenhum caso - só em caso de múltiplas circulares que impedem o bb de descer. Mas isso só pode ser constatado durante o trabalho de parto.
em torno de 40% dos bebês nascem com circular de cordão.
Bjos!

K∂riиє* Smith. disse...

Adorei seu depoimento.
Nunca me senti culpada por ser uma mãe "real", mas confesso que vendo que tanta gente legal, também é, sinto como se estivesse realmente no caminho certo.

Também postei na blogagem coletiva hoje, mas a Carol ainda não linkou.

http://www.kaentrenos.net/2011/04/eu-sou-melhorque-posso-ser.html

beijoooo

Marcia Pergameni disse...

Camila vc esta coberta de razão. Fiquei muito feliz com a sua visita, adoro o seu blog. Olha, ainda esqueci de dizer que quando o Antonio foi nascer, também de cesárea, tinham uns estudantes de enfermagem numa janelinha de vidro vendo tudo kkkkkkkkkkkkk
tiveram que pedir um instante pra eles enquanto colocavam aquele negócio pro xixi sair, eu mereço!!!
Bjus

Ivana (Coisa de mãe) disse...

Pois é Camila, o que precisamos é baixar as nossas expectativas. O que tem me dado tranquilidade para criar meus três filhos é justamente isso!

Parabéns pelo texto! Se tiver um tempinho passa lá no blog.


Bjos!

Gisele Fiedler disse...

Oiii Camila!!!!

Me sinto orgulhosa de hoje fazer parte da postagem coletiva: Maternidade Real.
Amei seu texo, como sempre vc fala com o coração e tudo o que sentimos e pensamos!

Um grande beijo
Gi
http://prazersoumae.blogspot.com/

Mi Satake disse...

Oi Camila!

Muito legal seu texto e todas as suas colocações!
Acho muito relevante ressaltarmos todo esse lado "pesado" da maternidade, não é? Como vc disse é fato, não da pra fingirmos q não existe. Melhorar pede antes de tudo q enxerguemos um erro ou uma dificuldade.

Um beijão
michelle

Beta, a mãe disse...

Ai esse amor, que nos faz babar e retomar tudo de novo e ainda ficar com vontade de passar por isso de novo e de novo. Beijos

Naiara Krauspenhar disse...

Dá um lencinho???

Emocionei...

E mesmo assim a gente quer tudo de novo né? Eu quero! Quero muito.

BJos

Grazi, mãe do Principe disse...

Camila, adorei seu post, um dia vou ser igual vc rsrsrsrsrs , brincadeira, adorei mesmo , falou tudo .
bjus

luparra disse...

Que palavras sábias ... elas me confortam sabia?
Somos diariamente bombardeadas com imposições para se alcançar a "maternidade perfeita" e quando não temos a possibilidade de fazer da forma exposta por eles, nos sentimos muito culpadas.. falo por mim mesma...
Na verdade, acho que nunca vamos nos achar perfeitas, e isso é bom, porque sempre iremos buscar melhorar para sermos felizes e fazermos nossos filhos felizes!!!
Um gde bjo pra vc

Fabiana disse...

Ai, ai... lendo o seu post e os comentários vejo que é com todas nós mesmo!
Meu post também não ficou nada cor-de-rosa, falei sobre o casamento pós-filho.
Voltei às minhas ansiedades da última gravidez... em conseguir um PNAC que acabou em cesárea (graças a Deus, pq Joana tinha 4 circulares que não apareceram na ecografia). Enfim, tô lendo os post's de cada uma certa de que como o seu e o meu... ao final terá um happy end!
Beijos

Fabiana
http://2-ao-quadrado.blogspot.com

Vanessa disse...

Blogagem boa, hein Camila? Vcs estão falando tudo. Não tem mesmo cor de rosa. É booooom demais ser mãe mas também é tãooooooo difícil. Aprendo todo dia. Todo dia mesmo.

beijos

Anne disse...

é sim, tudo por causa do amor!!
valeu a pena a transformação em hipopótama para gerar o amor!!!
adorei a abordagem Camila. Numa veia diferente, pensando nas cores que a maternidade imprime... muito bom!
não consegui ler todo mundo ainda, quantos pensamentos!
bjo

Jackie disse...

Oláaaaaaaaaaaaaaaaaaa retribuindo a visita!!!! então eu quis muito tbm ficar alisando o barrigão ... mas advinha!!! NADA É PERFEITO! e fico muito feliz de tantas mães estarem se abrindo e contando experiências, por que só ouvir flores , acaba deixando muitas mães retraidas quando descobrem que também existem espinhos, e se sentem ( eu me sentia) culpada por ver tanto espinho e poucas petálas no começo.


bjussssssssssssssssssssssssssssss

Mari Hart disse...

Eu li o artigo e te digo que teu texto me diz muito mais sobre a realizaçõa da maternidade. Aliás, tudo o que vc escreve, acabei de falar isso p/Carol viajante, mas tenho que ser repetitiva não tem jeito! Gosto do seu jeito de dizer da forma escrita sobre tb o lado 'B', pq não!? Somos normais ora bolas! Embora muitas vezes achei que fosse enlouquecer com a gravidez gemelar e depois com o nascimento deles!

Bjo enorme!

Dê Freitas disse...

Realmente a maternidade faz a gente mudar constantemente de opinião, visão e valores. Mas o importante é que é tudo em prol do melhor, né?
MAs vc é um exemplo. 3 pimpolhos, sendo um casal de gêmeos. Queo ser assim quando crescer!

Beijos querida!

Mirys + Guigo + Nina disse...

Olá!
Também estamos fazendo parte dessa blogagem!

A nossa participação tá aqui ó:
http://diariodos3mosqueteiros.blogspot.com/2011/04/maternidade-real-mae-pode-querer-ser.html

Bjos e bençãos.
Mirys

Livia, mãe da Carol disse...

Camila, passei 6 meses da gravidez enjoando e não vi nada cor de rosa nisso...rs! Ai meu Deus, não gosto nem de lembrar! Depois veio o parto prematuro e a minha preocupação diante de um bebê que nascera com 7 meses e meio. Logo adiante, me deparo com o fato de não poder amamentar, enfim, nada como eu tinha planejado, mas sobrevivemos, eu e ela! Rs! Olha, concordo que a maternidade não é fácil, mas sabe o que percebo as vzs? Se não falamos dos mil problemas que muitas mães passam, mas nem sempre nós passamos, somos vistas como a mãe que não existe, que está fazendo gênero. Qdo eu dizia que só acordei nos primeiros 15 dias de vida da Carol, as pessoas me olhavam como se fosse mentira, e não era! Muito legal o assunto abordado pela blogagem! Bjs!

Juliana Dalzoto disse...

É, Camila, não importam as cores desde que haja o que colorir neh?! E então tudo vale a pena, mesmo que por vezes não seja tão bonito o quanto imaginávamos que seria ;)

Adorei o post!
E a reportagem que vc citou tb! Já tinha lido em outra oportunidade e não há outra palavra para descreve-la senão a que vc usou: perfeita!

Beijos
Ju

Cappelli disse...

Muito bom, finalmente chegamos ao ponto de assumir que a paternidade/maternidade não é só bilú, bilú e que isso não nos faz pior. Como eu digo, é a paternidade como ela é, estilo Nelson Rodrigues. Só não podemos perder o humor.

Abs, Cappelli - Pai de Gêmeos e criador do blog É tudo ao Quadrado!
www.etudoaoquadrado.blogspot.com


Se vocês queimam os sutiãs nós vamos sair de cueca na cabeça! É a nossa revolução pelo direito de mostra a ótica masculina rsrsr

Mirys + Guigo + Nina disse...

Ca:

A sua descrição dos óleos na barriga foi perfeita!!! Até nas narinas, eu me identifiquei.

Só parei na parte do "barrigão? que barrigão?" porque a maior frustração dessa fotógrafa aqui foi que a barriga não cresceu como deveria. Só um tiquinho. Só no fim... E as fotos ficaram só na teoria, mesmo!

Bjos e bençãos.
Mirys

Ananda Etges disse...

Ai Camila, a parte da gravidez é exatamente assim! Não cheguei no parto, amamentação e educação ainda, mas estou me preparando para viver tudo isso da mesma forma que encarei a minha gestação: com muita coragem e com o coração aberto (cabeça aberta também, fundamental!).

Beijos, Ananda.

http://projetodemae.wordpress.com/

Ilana disse...

É Camila, não somos perfeitas mesmo. E quer saber? Ainda bem! E ainda bem que, além de imperfeitas, somos também diferentes.
Adorei seu texto.
Beijos

Milenna disse...

Maravilhos esse post Camila. Mais do que perfeito! Parabéns.
Bjos.

Rosana trimãe disse...

Falo e disse Camila.
Não dá para ver só um dos lados né tem que ser completo, e difícil se não cade graça hehe.
bejus

Bianca disse...

Muito legal o texto.. Ainda mais porque em TODAS as fases da maternidade trazemos uma "culpa", hora por uma coisa, hora por outra... Na verdade, acho que só temos que nos esforçar para acertar mais do que errar, não é?? E que o saldo seja positivo para todos no fim das contas.
Um beijo,
Bianca

Vanessa Cavasotto Leite disse...

Parabens pelo texto! Tá perfeito. Adorei o amor e todas suas cores...
Na minha gravidez tive mtas dores e fiz muito repouso (q me entediava agora to com saudade de dormir daquele jeito) e sentia a cobrança externa por estar em " estado de graça" q eu ironizava chamando de " estado desgraça" rs.
E claro q estava feliz pela gestação, mas não dava ora negar o lado negro da coisa.
Bj
Nessa @nessadobeto www.babydanessaedobeto.blogspot.com

Priscila disse...

Olá...
Adorei o seu post...
Depois entra lá no meu blog... tem sorteiro de um produto Natura.

Bjs, Pri
http://maesemfrescura.blogspot.com

Junia disse...

Olá Camila, adorei seu texto. Maternidade real êh a maternidade possível de cada uma. E ponto final. Quando eu estava gravida idealizei tanta coisa, e hoje vejo quem nem tudo êh possível. Um exemplo bobo: minha filha ta com oito meses e aí da não consegui um tempo diário pra fazer massagem shantala nela, rs. Bjo, Junia maebarriga.blogspot.com

Proprietária orgulhosa do sanatório disse...

Camila!
Realmente pensar em perfeição na maternidade é insano, por isso que eu tenho o sanatório aqui.Minha casa não é de loucos mas o sanatório é na verdade um tempo do meu dia, geralmente madrugadas, em que eu paro para pensar nas dificuldades de ser mãe.
No começo eu queria seguir a rotina que idealizei, em teoria daria certo mas na prática...
A mãe perfeita é aquela que dá amor, carinho e momentos prazerosos.Cada uma com seu jeito, tempo e lugar.

Bjs

Fanny Barbosa disse...

ahhhhhhh
Minha martenidade é cor de rosa Ui
vc tá certa no fundo o que importa é o amor!!!

Mari disse...

Camila, Estou grávida a espera da Giovanna!
Tenho a vida corrida, e não enfeito tanto as coisas, pq nem tudo é facil e simples, como vc mesmo expôs.
Mas adorei a essência do seu texto, que diz o quanto é recompensador ser mãe.
Além do mais, ser mãe, significa aceitar as suas limitações, e dentro delas fazer o que puder de melhor, sem culpa (eu espero!).
Obrigada pela boa leitura, veio de encontro ao que tenho pensado ultimamente.
Bjocas
Mariane

Mãe disse...

Oi, Camila,
volta e meia me vem o pensamento: "puxa, a maternidade não é como eu imaginava." A pior parte foi descobrir que querer nem sempre é poder. Hoje, tento me ater às experiências "surpresa" que a maternidade também traz. E aí, vejo que pode ser divertido, a despeito de não ser perfeito... Até porque ser perfeito pode ser perigoso: http://maeperfeita.wordpress.com/2011/04/08/os-perigos-de-ser-uma-mae-perfeita/
Abraços,
Marusia

Mônica disse...

Camila,
Estou lendo os posts da Maternidade Real aos poucos e o seu me fez dar risadas.. Sua descrição do corppo grávido imaginado e o real é impagável.. Adorei.
Bjs

 
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