quinta-feira, 26 de maio de 2011

Vamos ajudar??

Queridíssimas leitoras e “experientes consultoras em maternidade real”,

recebi ontem um email de outra leitora pedindo ajuda. A questão é muito comum para muitas das mães que passam por aqui. Eu já dei a minha ajudinha e sugeri de fazer um post com o email dela (pedi autorização, mudei informações, nome da filha e etc) para vocês também colaborarem, afinal várias cabeças maternas juntas fazem a força e ajudam não apenas ela, mas outras mães também, concordam?

Bom, segue o email e “pitaquem” bastante nos comentários!

Oi Camila, bom dia! Tudo bem?

Tem um tempão que leio seu blog porque me identifiquei muito com seus relatos.
Apesar de ter só uma filha com 3 anos e 5 meses parece que temos as mesmas ideias. Mas, estou sofrendo um dilema, desculpe, lá vai o blá, blá blá:

Voltei a trabalhar quando a minha filha estava com 1 ano e 11 meses. Voltei como quando se solta um bicho que estava trancado, saltitante e feliz. O coração apertado por deixar minha filha (só desenvolvi uma gastrite nervosa, básica ) mas vi que estava sendo bom pra gente.
Deixava ela com minha mãe (doce e querida Vovó, mas é Vovó, você sabe as qualidades e defeitos!)

Este ano ela começou na escola e coloquei uma pessoa lá em casa pra ficar com ela e tomar conta da casa.

Vou almoçar e ela vem comigo pra ficar na escola. Nunca tive empregada, só tinha uma faxineira. PROBLEMA: não acostumo com uma pessoa ali em casa com minha filha, não sei o que é, não sei se troco de empregada ou se troco minha cabeça. Resumindo: estou odiando ter uma pessoa na minha casa. Você tem ideia de como distribuir tarefas para empregada? Parece que ela não dá a atenção para a minha filha que eu queria que desse. Ela chora toda manhã pedindo pra eu não ir trabalhar e eu que venho chorando trabalhar...

Sinto como se a empregada fosse "um corpo estranho" na minha casa, um cisco no olho.
Não sei se não me sinto bem com a pessoa que está lá em casa ou se isto já é GERAL, se todo mundo se sente assim, vou ter que aturar isto sempre? O que delegar pra estas pessoas? Estou deixando de organizar minha casa? (A Dona Culpa manda abraços...).

Desde quando pensamos em ter filhos nunca imaginamos colocá-los em período integral na escola. Acho o convívio familiar importante. Este contato com minha filha está fazendo bem pra ela e pra nós, pais. É errado querer deixá-la em casa com uma, até então, estranha? O que fazer? Você tem ideia de como conversar com empregadas que olham a casa e os filhos da gente?


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37 comentários:

Ana Paula disse...

Querida Amiga,

Tenho um filho de 23 meses e estou gravida de 9 meses de uma menina que nasce na semana que vem. Sempre trabalhei mas estou ha 2 anos em casa sendo que no primeiro ano cumulei um recem nascido com um mestrado. Engravidei sem planejar no momento que planejava voltar a trabalhar. Detalhe: moro em Nova York e aqui não tem a ajuda que vcs. tem ai no Brasil. Não tem mãe, tia, avó, irmã. Ter uma empregada ou babá é um luxo para poucas. Durante esses dois anos "sem trabalhar" cuidei do meu filho praticamente sozinha. Minha mae ficou aqui 1 mes no comeco, tive uma baba por 3 meses e nao deu certo mas a maior parte do tempo tive uma carreira solo. Foi valido, aproveitei mas amiga eu entendo perfeitamente o que vc. esta sentindo e eu sinceramente nao acho que vale a pena vc. abrir mao do seu trabalho ou sofrer indo para ele por causa da sua filha. A gente precisa muito mais de um ajuste na nossa cabeça do que qualquer outra coisa. A pessoa que cuida da nossa cria em primeiro lugar tem que ser de nossa inteira confiança. Tem que cuidar e manter a crianca longe dos perigos domesticos.Confianca é a palavra e ai entra a intuicao de mae. Vc. vai saber se a pessoa é adequada ou não. Acho que é expectativa demais achar que essa pessoa substitua a mae. Existem umas otimas que estimulam a crianca, mas a grande maioria nao faz isso. Acho normal tambem pensar e nao aceitar que vc. esta "delegando" uma funcao que é sua para outra pessoa. Existem pessoas que simplesmente nao aceitam e nao querem viver assim. Mas acho que nao é o seu caso, assim como nao é o meu. E saudavel vc. ter a sua vida, o seu trabalho. A crianca sobrevive e a longo prazo vai ter uma mae atualizada, moderna longe dessas maes monotematicas que so falam dos filhos e dos desafios da maternidade e nao conseguem desenvolver nenhum outro assunto. Pensa nisso. Algumas horas por dia com a estranha nao vai estragar a formacao da sua filha se vc. for uma mae presente, tendo tempo de qualidade com ela. Amiga, eu posso dizer o quanto e dificil nao ter qualquer ajuda, nem de baba nem empregada, é de enlouquecer. Arrumei uma empregada, meu filho esta na escola e minha menina ja vai para o bercario com 4 meses para eu retomar minha vida profissional. Espero que seja sem traumas.

Camila Bandeira disse...

Camila, tentando ajudar esta amiga que lhe escreveu... Eu sempre tive ajuda, pelo menos desde que a Gabi nasceu. Eu sei que é chato ter uma pessoa estranha dentro da nossa casa, mas devemos também respeitar o trabalho delas, tentando nos colocar no lugar dessa pessoa que deixa a vida de lado para viver a nossa. Então meu conselho seria respeitar bastante essa pessoa, tentar uma aproximação, a criação de laços, afinal ela está "morando" com você. E quanto a delegar, não vejo nada de errado nisso, desde que ela tenha optado por trabalhar fora, é o que grande parte das pessoas fazem. O ideal é tentar deixar essa relação o mais respeitosa e harmoniosa possível. O trabalho dela é exatamente facilitar sua vida, então não se culpe se ela arruma sua casa e suas coisas.
Espero ter ajudado.
Camila

Ana Campos disse...

Ai, vou ser a primeira a dar pitaco...
tenho uma pequena de 1 ano e 1 mês, voltei a trabalhar quando ela tinha 5 meses. No início deixava na ecolinha (particular)meio período porque eu só trabalhava de manhã. Não gostei de várias coisas que aconteceram lá, como por exemplo a reclamção das "tias" quando por conta do choro da Sofia (ela tinha muita cólica). Por essas e outras resolvi tirar da escola e deixar com minha mãe. Como vc mesma disse, avó tem qualidades e defeitos. No caso da minha mãe era super proteção, não deixava no chão, por isso Sofia demorou pra engatinhar e minha mãe já tem mais de 70 anos, complicado cuidar de um bebê...até que consegui vaga na creche municipal e estou muito satisfeita. Penso que é muito melhor deixar na escola do que em casa com alguém ou na casa de alguém, porque não tem nínguém pra "fiscalizar", como saber o que acontece? Escolinha particular (daquelas familiares) também, a mesma coisa. Agora escola ou creche municipal, tem a população da cidade toda de olho...eles cuidam direitinho.
Bem, não sei se ajudei muito, mas é o que eu penso...boa sorte pra vc!!!
Até...

Cris :-) disse...

Que difícil...mas se tu (e a mãe) está pedindo opinião, lá vai!
Eu optei por ficar com os meus filhos e realmente acho que só se for muito necessário os cuidados da(s) criança(s) devem ser delegados em turno integral.
Essa mãe não pode trabalhar por meio turno,apenas enquanto a menina está na escolinha? Se ela chora para a mãe não sair é porque algo realmente não está bem.
Penso que se ela precisa trabalhar a menina pode ficar com a avó (mesmo com as desvantagens, pois é alguém que vai tratar como se fosse sua filha) ou, na escola em turno integral.
Mas deixar em casa com um estranho que ainda tem que fazer a manutenção da casa acho que é a pior opção e até arriscado.
Bjs

Dani disse...

Cá, não sei se é coincidência ou sinal dos céus. Hoje vim trabalhar com este mesmo dilema. Detesto a idéia de deixar a Alice com uma estranha. Até agora a pequena ficou com minha mãe, que vem todos as manhãs para minha casa. A tarde, junto com a Nina, fica com minha funcionária, que não é babá, limpa e cozinha também.
Mas sinto minha mãe cansada e não acho justo fazê-la mudar de vida assim, pelo menos até a Alice entrar na escola, lá pelos 2 anos.
Estou pensando em contratar uma babá. Mas ando odiando a idéia. Me sinto exatmente como essa mãe aí da carta.
E vou te contar, não é fácil não.
Por isso, sinto, mas não posso ajudá-la. Preciso, como ela, de ajuda.
Ficarei ligada nos coment's.
Beijo, querida.
Dani

Mariana disse...

Oi Camila...
Olha só...
Eu acho mto difícil mesmo confiar em deixar uma pessoa sozinha na minha casa com o meu bem mais precioso e mais um monte de coisas pra se fazer.
Eu acho q ngm é capaz de ter com os nossos filhos a mesma paciência que teríamos, e se as vezes até as mães explodem, imagine uma empregada, q muitas vezes tem q deixar os filhos dela em casa sem cuidados pra ir cuidar do filho dos outros...

Se isso fosse comigo, eu faria o seguinte: juntaria o dinheiro gasto com a escolinha + o dinheiro da empregada e colocaria a minha filha em uma escola de período integral. E teria apenas uma faxineira uma vez por semana, pra dar uma geral na limpeza pesada da casa.

Mariana disse...

Oi Camila...
Olha só...
Eu acho mto difícil mesmo confiar em deixar uma pessoa sozinha na minha casa com o meu bem mais precioso e mais um monte de coisas pra se fazer.
Eu acho q ngm é capaz de ter com os nossos filhos a mesma paciência que teríamos, e se as vezes até as mães explodem, imagine uma empregada, q muitas vezes tem q deixar os filhos dela em casa sem cuidados pra ir cuidar do filho dos outros...

Se isso fosse comigo, eu faria o seguinte: juntaria o dinheiro gasto com a escolinha + o dinheiro da empregada e colocaria a minha filha em uma escola de período integral. E teria apenas uma faxineira uma vez por semana, pra dar uma geral na limpeza pesada da casa.

Chama a mamãe disse...

Bom,
Eu discordo de algumas coisas, acredito que o ambiente familiar é importante, mas veja bem, o fato dela passar o dia na escola não significa que ela não terá um ambiente familiar. Eu não teria coragem de deixar minha filha com uma estranha, não confio. Tenho uma faxineira e ela só limpa a casa, nem as roupinhas da minha filha ela lava, eu cuido de tudo da minha pequena. Pelo menos na escola ela estará com outras crianças, brincando e aprendendo, e outra, a escola tem como você monitorar melhor o tratamento que darão para sua filha. Vovós são muito queridas para mimar, levar para passear e passar umas horinhas, mas não para cuidar, elas "estragam" e muitoooo as crianças, já que tem a segunda chance de não errar como fizeram com os filhos.
Minha filha tem 16 meses, está desde os 9 meses na escola em período integral, ela é uma criança feliz e saudável, o tempo que passamos juntas são horas indescritíveis e maravilhosas, esse fato não atrapalhou nosso vínculo.
Essa é minha opinião, boa sorte na sua decisão amiga.
Bjos

MaH disse...

Eu ainda não passei por esse dilema com a empregada e o filho, mas passo apenas com a empregada. Tb tenho um sério problema em ter alguém dentro de casa e apesar de gostar muito da minha, não vejo a hora que ela acabe tudo para ir embora. Fiquei com uma dúvida com seu relato: a empregada é para a casa, para cuidar do seu filho ou para os dois? Se for para fazer os dois, acredito que seja um pouco difícil pra ela (não sei o tamanho da sua casa) de conciliar todas as tarefas domésticas e mais cuidar, brincar com sua filha. Talvez seja interessante você criar um tabela com horários onde ela deva cuidar da casa e brincar com sua pequena. E deixar claro o quanto é importante a atenção com a criança, mesmo que as vezes ela não consiga terminar todos os afazeres domésticos (se esse for o caso pra você). Se eu tivesse no seu lugar, faria, isso, pois apesar de tudo que se tem pra fazer em uma casa, eu ia preferir que ela parasse um pouco e brincasse com a minha filha para que ela não apssasse o dia "sozinha" e ficasse carente.
Bom, é isso.
Beijos

Lia Sérgia Marcondes disse...

Eu tenho a crença de que se existe o sentimento de que algo não está funcionando, é porque realmente não está. Quando precisei de babá pra Luisa, eu morava com meus pais e a minha mãe trabalhava em casa, então ela ficava 'de olho' na babá, enquanto eu saia para o trabalho.

Mas agora, depois de casada, eu parei de trabalhar pra me dedicar full time à família. Tive outra menina, hoje com 1 ano, e tenho uma diarista aqui. Mas essa moça é de minha inteira confiança. Ela me passa o sentimento de que gosta das crianças, e as crianças gostam dela. E criança só gosta de quem as trata muito bem. Quer dizer... não que a moça aí esteja maltratando sua filha, mas provavelmente não rolou empatia entre elas. Aqui, entre a Mara e as meninas, rolou. Elas não reclamam (principalmente Lu, a de 5 anos) quando tenho que sair pra fazer algo, e a Mara fica com ela. Mara brinca com as duas, descem pro parquinho do prédio e tal. E dentro de casa, enquanto ela faz as tarefas, ela fica atenta às crianças. Enfim.. Tô com Mara 3x na semana vai fazer um ano e todos aqui gostam dela.

Enfim... meu pitaco é: se não se sente confortável, mude de empregada. Tente encontrar alguém com quem você realmente sinta uma empatia e com boas referências. Isso ajuda muito.


Abraços!

Ateliê da Beta disse...

Olá! Também gostaria de deixar minha opinião para a colega.
Me soa muito ruim quando falam “deixar com uma estranha”. Acho que não se trata de deixar com uma estranha, mas com uma profissional que você deva procurar referências e conhecer melhor antes de colocar em sua casa. Minha mãe teve que contratar uma babá para mim quando eu não tinha nem 1 ano de idade. A babá não tinha experiência com crianças, mas era uma pessoa conhecida da minha família. Conclusão: A babá hoje é minha segunda mãe, continua lá em casa até hoje (22 anos!), cuidou de mim e da minha irmã que hoje está com 18, de toda a casa e de quebra ainda cuida da minha mãe e meu pai (hehehe!) e enfim, não vejo como seria minha vida sem ela! ♥ Bom, só queria compartilhar essa história com final feliz para acalmar o coração dessa mãe em apuros! Beijos!

Dianacine disse...

Bom dia.
Na minha casa...

Tenho uma filha de 6 anos e uma de 1 ano.. a minha mais velha fica na escola particular em periodo integral desde os 4 meses. Para a minha mai nova eu consegui uma vaga na creche conveniada com a prefeitura q é maravilhosa.

Sempre pensei q era melhor deixa-las na escola o dia inteiro, tendo contato com outras crianças e muitas pessoas olhando. Do q deixar em casa com uma pessoa estranha q ninguem saberia com certeza o q estaria fazendo.

Eu trabalho das 08 as 17, e não tenho empregada em casa ... deixo as duas de manha na escola ... e vou para o trabalho ... qdo chego pego as duas e vou para casa. Eu adoraria ter uma empregada ou diarista, mas não tenho condições financeiras para isso.
Considere coloca-la periodo integral na escola. E contratar alguem apenas para te ajudar com a casa. Se isso for possivel

Thati Bordados disse...

Bom, se é para dar pitaco... Lá vai o meu! Concordo inteiramente com a Beta, de que esse comentário "deixar com uma estranha" é no mínimo estranho...hehe Trocadilhos a parte, vamos pensar juntas, se vc fez a seleção de moças para trabalhar nessa função, fez entrevistas, "sentiu" a pessoa, e optou por contratá-la, ela já não é mais "uma estranha". Ok, ela não é da família, mas isso não significa que ela não pode cuidar bem da criança, dar afeto, atenção e tudo mais que esperamos que uma babá dê ao nosso filho. O caso é que sempre que pensamos em babás, dificilmente pensamos em alguém como a Beta citou, amorosa, cuidadosa, uma verdadeira segunda mãe! Mas essas babás ainda existem, acreditem! Sabe porque tenho tanta certeza? Já fui babá! Há mais de 10 anos me formei berçarista na Cruz Vermelha, e nunca tive dúvidas sobre o que ser na vida, sempre quis ser babá! Eu amo bebês, crianças, sei que tenho um dom, dado por Deus para cuidar desses pequenos tão queridos. Depois que engravidei parei de trabalhar, afinal, sempre foi meu grande sonho ser mãe, mas agora minha pequena está com 7 anos, e vou voltar a fazer freelance como baby-sitter. Então minha opinião é: se vc não confia na pessoa que fica com sua filha, troque de pessoa, escolha com cuidado, faça uma entrevista detalhada, pergunte tudo que vc ache importante, e tenho certeza que se vc encontrar uma pessoa que realmente ame o que faz, sua filha ficará muito feliz com ela e vc ficará feliz em ver sua pequena feliz (assim são as mães, se alegram com a alegria dos filhos, não é verdade?)
Baci
Thati

Elaina disse...

Bom dia Caila.

Tb não gosto muito de dar conselhos nessa área pois acho muito pessoal, cada uma sabe o que é melhor, mas como essa mãe está um pouco perdida posso dizer da minha experiência e acho que pode ajudá-la.
Qdo decidi ter filhos resolvi parar de trabalhar até pelo menos eles terem idade de irem para a escola tranquilos e poderem ficar sozinhos em casa, isso porque nunca confiei em ninguém para que cuidasse dos meus filhos, nem minha mãe, que só fica com eles para eu poder dar uma "escapadinha"com o marido, como dz meu próprio marido ningém passa na certificação "Elaina9000 de cuidados dos meninos".
Sei que pode parecer um pouco exagero, mas é assim que sou e fui eu quem abri mão das minhas coisas para ficar com eles, e acho que fiz a melhor opção pra mim.
Mas quem realmente não pde deixar de trabalhar, na minha opinião escola integral é a melhor solução, pois lá estará brincando com outras crianças e tb é ima instituição com profissionais para cuidar de crianças, e também muitas possuem câmeras e para acontecer algo com a filha dela na escola é bem mais difícil. Nunca confiei em estranhos pois por mais "confiáveis"que pareçam ser, não conhecemos realmente a índole da pessoa, e ficar sozinha com a menina em casa eu acho muito arriscado, a gente nunca sabe de verdade o que está se passando!
Então é isso, diga a ela colocar a filhinha dela em uma escola integral que será melhor para o desenvolvimento e interação social da menina, e fique só com a faxineira que a consciência dela ficará mais tranquila.

Bjos e espero ter ajudado!

Elaina
http://www.vidademae.net/

Anne disse...

cada mãe é de um jeito, e duvido que eu consiga ajudar...
mas para efeito de "dividir experiências" eu conto com ajuda de mão de obra para serviços da casa, cozinha, roupa e afins...
o trato com joaquim é por minha conta e da minha mãe (sorte ter vó disponível, eu sei)
tb não está em mim a possibilidade de ter uma babá olhando o pequeno, eu optei pela escola quando o sapato apertou.
não que eu ache tb o ideal, na minha cabeça bebê tem que fica com a mãe...
mas a gente faz o que pode e dobra os pré-conceitos que tem não é?
me custou (e ainda custa) bastante aceitar a escola...
é preciso flexibilidade!
bjos

luparra disse...

Eu acho que a intuição de mãe é o que mais tem que ser levado em consideração. Se o seu coração não está bem, alguma coisa está errada. Corra para mudar!
Tenho muita dó de deixar minha filha o dia todo na escola, mas optei por isso por enquanto pois tenho familiares lá e isso me deixa mais tranquila. Mesmo com os mimos excessivos doa avós, que são inevitáveis, acho que a melhor opção seria deixar meio período com a Vovó e meio período na escola. Achar alguém de confiança mesmo é difícil e tem gente que não se adapta nunca com uma estranha em casa... eu pelo menos.. JAMAIS. Só tenho uma moça que me ajuda 1x por semana e só..
Segue seu coração..
bjos e boa sorte!

Juliana Doerner disse...

Camila ajudando a mamãe ai....

Eu tenho gêmeos e de 1 ano e 3 meses, tive alguém que me ajudava até os sete meses deles, mas quando eu saia de casa sempre deixava eles com ela, e eles gostavam muito, inclusive ate hoje ela vem visita-los. Não passei por essa experiência de deixa-los para ir trabalhar, mas acho que se eu fosse trabalharia meio período no começo, e no período do trabalho deixara eles na escolhinha, e enquanto ficava com eles em casa já contrataria alguém para eles irem se acostumando, e conforme a adaptação fosse dando certo assumiria mais um turno, trabalhando o dia inteiro... Porém se algo desse errado em relação a babá, com o exemplo da mamãe ai, eu verificaria o porque dela chorar, e talvez trocaria de baba, para tentar uma nova adaptação.

É isso que eu acho e espero ter ajudado.

www.misturacotidianas.blogspot.com

Beijos

Renata Senlle disse...

Engraçado...no próprio e-mail ela parece ter a resposta: está odiando ter uma estranha em casa. Por mais que delegue, crie regras e tente mosrtrar a ela o "jeito certo" de fazer as coisas, a outra é uma terceira pessoa, com ideias e valores diferentes. Se ela não relaxar e ver o comportamento da filha com a "estranha", nem vai ter a oportunidade de saber se pode dar certo.
É um risco. Isso é fato. Um risco que eu, particularmente, prefiro não correr. Optei pela escola. Em período integral mesmo. Pelo menos lá tenho vou ter várias pessoas diferentes olhando a si mesmas e ao meu pequeno. Acho mais seguro e melhor para o desenvolvimento dele.
Se dá pra dar um conselho, seria: a decisão que deixa a mãe mais segura e tranquila é aquela que deixa o bebê mais seguro e tranquilo.
Isso o que importa!
bjksss

Alessandra disse...

Amiga...

Tenho dois filhos pequenos (5 anos e 1 ano e nove meses), os quais passam o dia todo na escola, pois trabalho das 9 as 18:00 hs. Nem me passa pela cabeça deixá-los com uma baba em casa, pois amo de paixão a escola que escolhi pra eles, cujo ambiente é extremamente acolhedor e afetivo. Lá todos os conhecem pelo nome, eles brincam, interagem, experimentam e são muito felizes...a ponto de sempre pedirem para ficar mais um pouquinho brincando no parque com os amigos antes de ir embora no final da tarde!! Os dois se veem na hora do almoço e as professoras estão sempre facilitando outros momentos pra que eles possam estar juntos...Ou seja, há uma cumplicidade e um vínculo de confiança enorme entre a escola e a nossa familia e, pelo menos pra mim, isso não tem preço...Posso dizer que vou trabalhar tranquila, pois tenho a certeza de que eles estão bem. Aí a noite vira aquela festa, com a hora do jantar, dos banhos, da brincadeira, da lição de casa... é claro que muitas vezes me sinto culpada(básico!!!) por trabalhar o dia todo, mas faço o melhor que posso e tenho certeza que um dia eles entenderão tudo direitinho!
Espero que vc também encontre o seu caminho...
beijos
Alessandra

Nine disse...

Oi!

Eu escrevi dois textos sobre esse dilema e contei minha experiência: totalmente contra a escolinha e a favor da babá, se quiseres podes dar uma lida aqui:

http://minhapequenaisis.blogspot.com/2011/05/escolinha-x-baba-parte-i.html

http://minhapequenaisis.blogspot.com/2011/05/escolinha-x-baba-parte-ii.html

Eu sei que cada pessoa é uma pessoa, cada casa é uma e que somos o conjuntos de nossas proprias idéias e preconceitos somados ao da sociedade em geral, e a nossa nos diz sempre que é a mãe que tem que ficar em casa com os filhos, que uma terceira pessoa não vai cuidar tão bem da criança, etc...etc...

Não concordo muito e como mulher e mãe eu sempre digo que precisamos de ajuda...vc escolhe que ajuda vai querer ter: se do marido/avvós/tios, de de empregada e babá, se de escolinha...mas ajuda sempre precisamos.

Agora não dá para exigir que a empregada/babá faça tudo do jeito que vc faria...impossível, nem o pai faz da mesma forma.

Como sua filha já consegue se comunicar bem, creio que seria interessante conversar com ela, perguntar se a empregada a maltrata, essas coisas.

Espero ter ajudado!
Beijos,
Nine

Ana do Chá e Viagens disse...

Olá amiga!
Que situação e decisão difícil a sua.
Deixa eu contar a minha experiencia: antes de engravidar já tinha uma empregada e a mesma acompanhou toda a minha gravidez, quando meu filho nasceu, não sei o que aconteceu, só sei que eu não conseguia mais ficar com ela dentro da minha casa, esperei o Pedro Augusto completar 3 meses e a dispensei, pode ser que rolou uma empatia entre eu depois de mamae e ela, e acredito que talvez essa seja a sua situação,mas no caso, quem não se adaptou foi sua filha, não fechou, não deu a quimica, entendeu?
Não sei quanto tempo ela esta trabalhando com vc, mas permita pra vcs um tempo para se adaptarem, se não der certo mesmo assim, substitua, ou ainda matricule sua menina em período integral na escola, afinal tem escolas muito, mas muito boas em todos os ambitos, meu pimpas vai á escola apenas á tarde, e mesmo assim eu sofri muito qdo matriculei ele, mas meu lema agora é:
Qualidade no tempo é muito melhor que Quantidade de tempo, pense nisso!
o convívio familiar é importante sim, mas na escola pode ter certeza que ela estará muito bem cuidada, aproveite o tempo de "adaptação" da sua empregada e nesse meio tempo vá visitando algumas escolas de sua preferência.

Boa sorte, e acredito sim que logo logo vc irá resolver esse probleminha.

Bjos
Ana
www.anaeguto.blogspot.com

Beatriz Zogaib disse...

Nem sei se ajudarei, mas eu acho que quando algo incomoda muito é porque algo está errado. Para começar, eu trocaria sim de ajudante. Primiera coisa que pensei quando li o texto é que pode ser sexto dentido de mãe! A filhota pode não estar gostando mesmo da companhia... Se isso não ajudar, se a pequena não mudar o comportamento, aí é hora de repensar tudo isso...
Boa sorte.
BIa
www.vidadamami.blogspot.com

Gleice disse...

Eu não entendi direito a dúvida, mas vou dar uns pitacos... srsrrss

Primeira coisa, empregada não é babá e vice-versa.
Não espere um ótimo serviço de babá se você contratou alguém que é especialista em limpeza e não em educação\cuidado de crianças.

Provavelmente quem está na sua casa está perdida porque não sabe como brincar e cuidar da menina e pode estar perdida também porque além da criança tem toda uma casa para limpar. Pode ser que ela esteja mais preocupada em dar conta do serviço de casa.

Se você contratou a moça em questão para os dois serviços delimite o que ela deve fazer e quais as prioridades. Ex: se de manhã a prioridade é a criança deixe escrito quais os horários em que a empregada vai brincar com ela, quando é que vai passear, quando vai dar banho, se vai ver TV, etc e deixe a parte da tarde para casa (saiba que a empregada vai ter só meio período para isso então você deve dividir o que ela vai fazer em cada dia) - segunda: varrer, tirar o pó e lavar banheiro, terça: lavar roupa e passar, quarta: limpar janela, varrer e tirar o pó, etc.

Explique como é que você quer que ela brinque com a sua filha e ainda assim saiba que ela jamais vai fazer isso como você, e mesmo que você contrate uma babá ela também não vai fazer igual. Fato!

Você já percebeu isso com relação a avó, né?!?!

Você deve ver o que é mais fácil de ser feito: lidar com um desconhecido e dar as ordens necessárias (empregada) ou lidar com alguém próximo a você e dar as ordens necessárias(a avó). Pra muita gente delegar a um estranho é uma situação difícil.

Por mais que a avó esteja fazendo um favor a educação dos filhos pertence aos pais, logo ela deve acatar o que você e seu marido decidirem.
Se ainda assim for difícil administrar a situação pense na empregada como uma aliada ao que vocês desejam para a sua filha.

Agora, se toda a questão é a falta de confiança com a empregada saiba que você pode procurar outra pessoa e que por mais que se procure, por mais que ela seja recomendada, ela ainda é uma estranha e nada melhor do que confiar na avó.

Sugiro que você pese o que compensa mais: engolir "sapo" por conta da avó ou treinar a empregada.

Abraços.

Beta, a mãe disse...

Amiga,
Eu não sei de muita coisa, mas pelo que você diz aí no seu email, você não confia tanto na tal da pessoa. Eu acho que nós mães, devemos dar mais atenção ao tal do sexto sentido. Se você não confia, ela não deve ser 100% redondinha, e nenhuma delas é. A gente acaba confiando desconfiando. Acho que pode ser melhor pra sua filha e seu coração, deixá-la no integral da escola, lá eles parecem ser mais confiáveis que as empregadas. E sempre vai ter mais de uma pessoa de olho nela. É isso que eu acho, boa sorte na decisão. beijo

Celi disse...

Oi Camila,
Vamos lá compartilhar experiências. Acho que vale a troca para sabermos como as coisas acontecem com as outras mães.
Antes de ter meu primeiro filho logo pensei em ter alguém e tive a sorte de encontrar uma pessoa simplesmente maravilhosa. Prestativa, atenciosa e que fizesse as coisas direito na minha casa. A princípio queria alguém só para cuidar da casa, pois voltaria logo ao trabalho. Quando voltei a trabalhar optei também em colocá-lo na escola o período que estivesse trabalhando. Só que a correria / demanda para o trabalho e as coisas da casa foram aumentando e em alguns momentos ela também me ajudava com o pequeno Felipe. Ficou 2 meses na escola e Felipe pegou uma virose, depois outra e, assim foi... Fui ficando angustiada e preferi tirá-lo da escola. Conclusão: a moça que trabalhava em casa passou a ficar com ele. Sabe o que fiz: pedi para ela considerar meu filho em primeiro lugar e deixar as coisas da casa para depois... O que deu para fazer deu, agora o restante ficava. Meu filho sempre foi mais importante. Ela aceitou e fazia isso. Deu tudo certo!
Acho que vale uma conversa com a moça. Precisa ter confiança!
Boa sorte! Espero que encontre uma solução e vá trabalhar tranqüila. Beijos.

Mari Mari disse...

Não li os outros "pitacos" mas vou deixar minha opinião. Não vejo problema em a menina fica tempo integral na escola, porque ela será estimulada e cuidada o tempo todo. A não ser que ela seja uma criança muito sensível, que não aguente tanta estimulação. Mas se, por algum motivo, o melhor é ficar em casa, então que seja com uma babá, e não uma empregada, que a princípio, tem funções de cuidado de casa/comida/roupa, e não de criança. Uma babá adolescente, por exemplo (uma estudante que está juntando grana pra alguma coisa), que seja vigiada pela empregada, pode ser interessante. Eu acho injusto querer que a empregada cuide da casa E da criança, quando nós mesmas nÃo fazemos isso, e contratamos uma empregada pra cuidar da casa e a gente, da crianca! Entende?

Fabiana disse...

Vixi, Camila... essa eu não posso ajudar... pq estou com ela!! Acho empregada "um corpo estranho" como ela colocou. Só dou conta de duas diaristas que vão lá em casa... uma para cozinhar para a semana toda e outra para passar roupa e limpar a casa. Se quiser a casa mais limpa eu mesma tenho que por a mão na massa! Só dou conta delas pq já as conheço há anos... trabalham na casa da minha mãe há mais de 10 anos. Também não tenho vontade de deixar minhas filhas no peíodo integral da escola, mas quando eu precisar voltar a trabalhar o dia inteiro... assim será! Prefiro...
Desejo boa sorte pra nossa amiga! Pq essa é uma baita questão mesmo...
bjs
Fabiana
http://2-ao-quadrado.blogspot.com

Patrícia Boudakian disse...

Oi, Camila! Tudo bem? Olha, eu como a Anne, acho que tampouco posso ajudar muito.
Tenho uma pessoa que cuida da casa pra mim. Uma fofa, trabalha comigo há 5 anos e até confio nela pra cuidar da Alice por uns minutinhos, mas o trato com Alice fica por minha conta e da minha mãe!
Não suportaria ter uma pessoa estranha na minha casa, na minha ausência cuidando da minha filha. Nem essa moça que está comigo há 5 anos.
O lado bom aqui de casa é que temos um home-office. Moramos em cima e nosso escritório é embaixo... e isso facilita muito.

Beijo!

Renata Resnitzky disse...

Oi Amore, Ha um tempo nao passo aqui..... Tenho uma opinião muito forte sobre este assunto.
Eu tb nao gosto de ninguem na minha casa, muito menos com os meus filhos e longe da minha supervisão.
Tenho empregada, pois aqui é uma zona federal. MAs me estresso bastante.... Aquelas coisas....

Baba eu nunca quiz e continuo nao querendo.
Coloco os 3 integra na creche, pois acho que nao existe vantagem nenhuma em deixalos em casa com uma BABA, que nao sei o que esta fazendo com as crianças.

Se eu fosse a sua amiga, coloca na creche e ficava tranquila. Lá tudo é supervisionado e existe qualidade nas atividades, na alimentação e no estímulo. Em casa, sabe-se lá o que acontece.....


beijos RE

Proprietária orgulhosa do sanatório disse...

Bom Camila, pelo menos nesse assunto me tornei expert, espero que meu relato ajude essa mãe.
Voltei a trabalhar quando a Cecília estava com 4 meses, pesamos os prós e contras e decidimos deixar com uma babá em período integral.
Até ela completar 6 meses eu confiava até que bastante na babá, mas depois rolou umas derrapadas aqui e ali e quando minha ficou internada por mais de uma semana por causa da dermatite atópica veio a decisão final.Abandonei meu emprego, fui humilhada pelo meu antigo chefe, a grana diminuiu mas o tempo todo segui apenas meu instinto de mãe.
Hoje cuido dela sózinha mas conto com o apoio da minha mãe que além de trabalhar em plantões super extensos ainda me ajuda em algumas tardes.
Tenho uma ajudante que vem apenas uma vez por semana para limpar o que é mais complicado fazer com a Cissa chorando e agarrando minha roupa, o resto eu faço sózinha e ainda tenho tempo para administrar minha empresa.Ufa!
Como diz a Kate Gosselin:"It's a crazy life, but it's our life".

bjs

Milenna disse...

Sempre tive ajuda. Qdo casei ela vinha 2 vezes por semana e quando entrei no último mês de gestação ela passou a vir todos os dias.
A Lili está comigo há dois anos, acompanhou meu casamento, minha gestação e a chegada da Julia. Eu não trabalho fora ainda,e sou que cuido da Juju mas como todas as mães, vou a supermercado, bancos, hortifruti e etc e a Julia fica com a Lili, que é muito carinhosa com minha filha e Julia(que tem 8 meses) já a adora, se joga e tudo pro colo dela.
Andava muito cansada e resolvi delegar mais coisas pra ela fazer com a Julia, como descer pro parquinho de manhã, enqto isso eu descanso mais um pouquinho(pq Juju ainda mama de madrugada e acorda algumas vezes querendo a chupeta) e qdo ela sobe, já estou de banho tomado e pronta pra cuidar dela durante todo o dia e aí a Lili volta a cuidar da casa.
Demorei 7 meses pra fazer isso, mas percebi que estava muito cansada e não estava sendo bom nem pra Julia e nem pro meu marido.
Tenho confiança nela e Julia já demonstra que é bem tratada por ela(e às vezes dou incertas e sempre pego as duas se divertindo muito).
Quero voltar a trabalhar e não pretendo deixar a Julia na creche o dia inteiro pq não acho legal e é ela quem vai ficar com a Juju caso não arrume um emprego de meio período.
Pode ser que vc não goste, não confie na pessoa que está trabalhando com vc ou ser mesma a boa e velha culpa de mãe. Mas reavalie a situação e observe a reação da sua filha com essa pessoa. É importante delegar, ou então não viraremos trapos de mãe.
Boa sorte. Bjos.

Chris Ferreira disse...

Oi Camila,
as minhas filhas ficam em casa um período com a empregada. Acho importante esse tempo emcasa, com os seus brinquedos, para brincaram com o que der vontade, etc...
POrém, quando fiz a escolha da empregada procurei alguém que gostasse de crianças. Aliás procurei uma babá que fizesse de tudo e sempre deixei claro que a prioridade é as crianças. Então, o tempo em que as meninas estão em casa o foco é elas, descer para o play, levar na pracinha, sentar no chão e brincar, ouvir música, etc...
Muitas vezes me encomodo com a presença de uma pessoa, sim. Engulo alguns sapos sim. Mas vejo que as minhas filhas gostam da moça, então isso compensa tudo.
Entendo perfeitamente quem faz outras escolhas e percebe ser melhor deixar as crianças o dia inteiro na escola. Mas a opção que deu mais certo para mim foi deixar parte do dia com uma pessoa de confiança, que gosta de criança, carinhosa. Se não der para passar roupa, fica para outro dia. Se não der para lavar a varando, fica para outro dia. Outra coisa que faço é ligar sempre para casa assim posso senntir o clima, saber se estão brincando, com quem, se estão felizes.
Mas me questiono das minhas escolhas sim. Acho isso até bom, estarmos sempre repensando, reavaliando.
beijos
Chris
http://inventandocomamamae.blogspot.com/

Mamãe disse...

Ei, sendo prática...
Organize o dia a dia da moça com a sua filha retificando o tempo todo que a sua filha é a prioridade. A casa vem sempre em segundo lugar.
Converse com sua filha ou proponha atividades lúdicas que por vezes revelam muito mais sobre os sentimentos dela para com a empregada (desenhos, brincar de imitar a empregada, contar como foi o dia, etc...). A escola pode ser uma aliada... professores podem perceber se algo está errado em casa.
Divida as tarefas pelos dias da semana para que a moça não fique perdida (lembre que nem sempre essas profissionais são auto gerencíáveis).
E tem um outro viéis... e nas férias? Ela vai ficar com a empregada o dia todo né... então vc deve organizar as atividades para esse período tb.
Em relaçÃo à confiança... sei que é polêmico. mas eu colocaria um sisteminha de vigilância em casa... cameras para gravar o dia a dia. Hj em dia é super simples de comprar e instalar e vc pode até acompanhar do trabalho via internet. (Obvio que vc tem que avisar que a pessoa está sendo filmada).

Susan disse...

Gente, vivo o mesmo dilema.
Meu filho fica com a avó, mais muitas vezes me sinto muito mal, pois ela acaba sendo privada de fazer as coisas dela. Ele está com 1 ano e já me falaram para colocar na escolinha, que é importante para seu desenvolvimento, mais além de não ter grana pra pagar, confesso que quando penso nisso o meu coraçao aperta. Trabalho fora, e juro que se não fosse a parte financeira eu teria deixado meu emprego e ficaria em casa cuidando exclusivamente dele, sem cogitar.
E em relação á colocar ou não na escolinha eu tenho muitas dúvidas, quero fazer o melhor pra ele, e no momento eu sinto que o melhor seria eu estar cuidando dele. Será que estou errada? Help!!!

Susan disse...

Ah! Gostaria de saber á partir de qual idade as mamães que aderiram á escola, colocaram eles....

Bianca disse...

Olá!! Tb acho difícil pitacar na vida de alguém que a gente não conhece, mas eu sou mega a favor da escolinha, que seja meio período - eu coloquei o meu com 1 ano e 3 meses e foi um sucesso. Acho que o período da tarde é mais longo e de repente vc poderia busca-la e aproveitar mais um tempinho com ela.
Acho que não podemos generalizar, existem babás excelentes, mas tb existem as que estão lá por pura obrigação.
Acho que dividindo: De manhã fica com a empregada e a tarde vai para a escola enquanto a empregada cuida da casa é uma fórmula que eu vejo funcionar bem para muitas mães.
um beijo e boa sorte com a sua decisão.

Patrícia Schneider Regina disse...

oi meninas...tenho gemeos de 13 meses..quando eles fizeram 2 meses voltei devAgarzinho ao trabalho (tenho como fazer isso). Desde que eles nasceram eu e minha mãe cuidamos deles e da casa praticamente sozinhos...ás vezes chamo uma faxineira. Mas eu tenho a sorte de trabalhar meio período e ter a minha mãe perto, e concordamos na educação dos meus meninos. Se eu fosse obrigada a trabalhar período integral não sei o que faria não. Não gostaria de colocá-los em creche agora e nem com babá. Se não tivesse minha mãe por perto agora, seria obrigada a colocar numa crecha, mas apenas meio turno. São opiniões né...eu não abro mão de ficar o máximoooooooo de tempo possível com eles. BJs
www.maedemeninosgemeos.blogspot.com

 
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